Miss Videogame

Postado por: Renata Honorato | 13:46 29 de outubro de 2008

Embora o Halloween seja uma festa tipicamente norte-americana, há quem encontre divertidos bailes a fantasia no Brasil durante o mês de outubro.

Apesar de não ter mais idade para essa história de doce ou travessura, confesso me amarrar nesse lance de abóbora/abajur, dentadoras de vampiro e balinha que imitam minhocas. Ano passado lembro de ter feito em casa uma “festenha” com direito a filme de terror e tudo. Um sucesso!
 
Agora se a sua idéia é conquistar um “vampirão” nesse “Brasil de meu Deus”, de preferência que seja fã de “Silent Hill”, “Fatal Frame” e afins, eu recomendo uma fantasia deveras caliente. Trata-se de um conjunto de lingerie temático, que relembra os longínquos tempos do Atari e seu inesquecícel Pac-Man.

Gostou? Você encontra a fantasia na loja 3wishes.com.

7 comentários em “Miss Videogame”

  1. Ivan disse:

    Fala sério..
    E aqui no Brasil agente tem que se contentar com aquelas fantasias vendidas em sex shop que parece que foram feito com retalhos.. afff
    Medu.. até a da shun-li ficou muito legal!!! Essa mereci a foto junto na matéria tb… rsrs

  2. FRANCISCO NESTOR disse:

    muito bom interessante,gostei muito desse jogo quando criança,a miss tambem e lindissima,simplesmente linda!

  3. Geraldo Figueras disse:

    Bela fantasia. Dá pra fazer trocadilhos sobre comer o fantasminha.

    Por sinal, qual é o fantasma esse? É pra ser o Inky?

  4. Alves disse:

    “Me joga na parede e me chama de fantasminha”

  5. Wesley disse:

    NOSSA GENTE!
    GOSTEI DA MODELO! *-*
    Linda, e ainda mais com esse biquini a la nostalgia dos gamers! É de pirar qualquer nerd, confesso que fiquei acessão! sjaISHUSHSUHSHUSSU! Mentirinha :D Nem tanto claro ;D

  6. [...] O game No More Heroes, da Ubisoft, desembarcou no mercado da moda e serviu de inspiração para uma linha de lingerie. Embora o site Computer and Videogames tenha destacado a notícia como um fato inédito, esse tipo de apropriação já aconteceu antes e, se a memória não me falha, cheguei a citar por aqui. [...]

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