Vocês conhecem a atriz Aisha Tyler? Conhecida por seus stand-ups, a comediante é uma aficionada pela série Halo e aparece em uma das ações promocionais de Halo: Reach, o mais recente lançamento – e último – da Bungie, criadora da série.
Tyler é realmente fã da franquia. Ela joga, comenta, defende e até inclui em seus shows referências ao game.
Sua história com os jogos eletrônicos começou na infância. Ela evoluiu dos arcades para os shooters e hoje joga com o marido na Live.
Entre seus jogos prediletos estão grandes títulos como Rainbow Six Vegas, Fallout 3, Gears of War, Splinter Cell e, claro, toda a série Halo.
Embora ainda seja surpreendente encontrar uma mulher aos 40 anos viciada em shooter, um gênero pouco apreciado pelo público feminino, Tyler é apenas um retrato da geração que cresceu sob a influência de Pac-Man. Assista a seguir um vídeo promocional de Halo, cuja protagonista é Tyler:
Super Mario Bros. ganha selo em comemoração aos 25 anos da franquia. A divulgação da arte aconteceu nesta terça-feira e foi realizada oficialmente pela Nintendo.
Muitas bandas devem parte de seu sucesso aos jogos. É o caso , por exemplo, do grupo britânico Friendly Fires. A música On Board, do álbum Friendly Fires, lançado em 2008, foi trilha sonora de um comercial para televisão do jogo Wii Fit e ganhou popularidade entre os gamers graças a campanha da Nintendo.
O Friendly Fires nasceu na Inglaterra e seu trabalho tem uma forte influência disco.
A música On Board também foi marca registrada de um outro vídeo de divulgação de um game: o Gran Turismo 5 Prologue. Posso estar enganada, mas a tal coincidência não deve ter deixado o pessoal da Sony Computer Entertainment Inc. muito feliz. Enfim, eles que são japoneses que se entendam. E depois águas passadas não movem moinhos, não é mesmo?
Scott Pilgrim vs. the World só chega aos cinemas brasileiros em outubro, mas o game já está disponível para PlayStation 3 e para Xbox 360. O trailer traz fortes referências ao estilo 8-Bit, uma característica fundamental àqueles que lembram do passado com certa nostalgia.
O game é uma adaptação retrô do universo de Scott Pilgrim, um garoto que precisa enfrentar inimigos para conquistar uma mocinha. A narrativa não é inovadora, principalmente se levarmos em conta enredos de jogos como Mario Bros. e Prince of Persia, onde o principal objetivo é “salvar” a princesa de terríveis inimigos – não que eu ache o Bowser Koopa um mostro tão mau assim. Vale ressaltar, no entanto, que a fórmula pode funcionar muito bem no cinema, onde a estratégia ainda não foi explorada com essa mesma estética.
As críticas não são das mais positivas, mas o game pode ser uma opção se o que jogador procura não é um modo cooperativo on-line. No jogo, ele precisa enfrentar sete ex-namorados de Ramona, a mocinha da história. O título, a exemplo do filme, é baseado no quadrinho de mesmo nome, assinado pelo cartunista canadense Bryan Lee O’Malley.
A arte retrô pixelada do jogo é de Paul Robertson e a trilha sonora é de Anamanaguchi, uma banda nova-iorquina de chiptune punk.
No final do ano passado, o filme dirigido por Edgard Wright foi exibido em Londres para um grupo seleto de cineastas. À época, Jason Reitman (Amor sem Escalas, Juno) considerou o longa o primeiro filme da “geração joystick”. Será?