Site da revista Capricho aposta nos games

Postado por: | 15:59 8 de agosto de 2008

Quem diria, hein? A Editora Abril, quem publica a Capricho, resolveu apostar na onda “Nintendogs” e inseriu no site da revista uma seção dedicada, exclusivamente, aos games.

A área, batizada de “República Capricho”, promete ser uma espécie de espaço web 2.0, onde as leitoras poderão relacionar-se, além, é claro, de jogar os games on line disponibilizados pela equipe.

São títulos simples e de temática adolescente. Até o momento a Capricho inseriu 6 jogos no site: “Jardineira”, “Panda Jump”, “Ice-Cream”, “Flower Bunny”, “Beija-Flor” e “Princesa”.

A idéia pode parecer um tanto quanto despretensiosa, entretanto reflete uma mudança comportamental bastante significativa. Essa inciativa ilustra muito bem os números revelados na última pesquisa de mercado da ESA. O levantamento, realizado nos Estados Unidos, mostra que atualmente 40% do público gamer é do sexo feminino; desse total 33% tem mais de 18 anos. Bom, né?

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Hahaha! Olha o que me encaminharam dia desses…

Trata-se de um vídeo “didático” que ensina como os meninos podem transformar suas namoradas em game girls. Blé! Por que não colocaram um “moço bão” – como diria a Grazi da Last – para apresentar?

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Gentemmm, a edição da semana passada da The Escapist estava genial. O tema? Sexo, é claro. Foi por causa das matérias interessantes da revista digital que não consegui prestar atenção em algumas aulas da ESPM ;p

Confiram aqui, oh.

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Procura-se!

Pessoal, dizem “por aí” que a Ubisoft está procurando profissionais no Brasil para sua possível “filial” tupiniquim. Quer tentar a sorte? O que me disseram é que as ofertas estão em um site BEM conhecido de empregos…

Para ninguém dizer que estou mentindo, o link é este aqui, oh.

Pique pós férias

Postado por: | 17:01 4 de agosto de 2008

Depois de passar um tempão por aí, neste mundão, voltei “ligada no 220″, literalmente.

Na semana passada fiz um curso muito bacana na ESPM chamado “Estratégias de Games para Comunicação e Marketing”. O nome até assusta, concordo, mas confesso que apesar do cansaço físico, o encontro foi muito legal. Entre administradores, publicitários, desenvolvedores e entusiastas, a “game girl” aqui aprendeu muitas coisas interessantes, que fogem completamente a rotina.

Uma das áreas mais exploradas, certamente, diz respeito aos ARG ou Alternate Reality Game. O gênero combina situações de desafio (mecânica de qualquer jogo) com a realidade. O estilo tem sido amplamente explorado pelo mercado publicitário e tem rendido resultados bastante positivos.

Mas não é só isso. Você sabia que a BOVESPA está super envolvida em projetos de jogos que visam facilitar a vida de quem pretende entender o mercado financeiro? Vocês sabiam que nos EUA as agências de publicidade têm departamentos voltados, exclusivamente, ao mercado de games? Pois, bem, eu não sabia de nada disso!

Ao longo dos três dias de curso muitos aspectos da indústria de jogos eletrônicos, com enfoque nas possibilidades publicitárias, foram abordados, discutidos e por que não dizer repensados. No último dia do curso desenvolvemos uma ação, a fim de trabalhar resultados pré-definidos e, claro, mais uma vez inserir os games em uma nova área, ainda bastante inexplorada.

Durante os intervalos muitas experiências e curiosidades foram trocadas entre os alunos e o professor do curso, Vicente Martin Mastrocolla, também conhecido como Vince Vader.

Em setembro começo uma “pós nerd”. Depois conto tudo para vocês. Ufa!

Fui…

Por que os escoceses jogam mais?

Postado por: | 15:10 24 de julho de 2008

Uhu, galera, voltei! Após um mês de férias, cá estou eu novamente cheia de novidades para contar. Descansei no “velho continente”, onde pude ver Radiohead, Morrissey, além, é claro, de dar aquela vasculhada nas lojas de games de Londres, Berlim, Glasgow e Paris.

Embora os lançamentos não aconteçam a todo o vapor como nos Estados Unidos, a Europa não fica atrás quando o assunto é barulho.

Em Londres, por exemplo, muitos ônibus trazem estampados enormes cartazes do “Metal Gear 4″. Coisa bonita de se ver, sabe? De um lado a rede de lojas “Mango”; do outro o rosto enigmático de Snake. Adoooro!

Lá, pelo que pude perceber, o Playstation 3 e o PSP fazem mais sucesso do que o Xbox 360 e o Nintendo DS, respectivamente. Mesmo com a onda de promoções que transforma a Oxford Street em uma versão “modernética” da 25 de Março, os preços dos jogos não estão baixos. Alguns títulos mais antiguinhos até saem em conta – como foi o caso de “Tony Hawk’s Proving Ground”, “Sonic Rush” e “Tomb Raider: Legend”, todos para DS, que sairam, juntos, 29 Libras.

Outra coisa que me chamou bastante atenção durante as férias foram os inúmeros cartazes do Video Games Live no metrô de Berlim. Achei tão legal. O espetáculo divide espaço com peças de teatro, estréias de cinema etc e tal. Tudo, né?

Mas foi somente em Glasgow, aquela terra fria, cinza e chuvosa, que vi quão gamers são os europeus. Aposto que metade dos 700 mil habitantes do lugar tem algum videogame em casa. A outra parte, evidentemente, toca em alguma banda. São muitas lojas espalhadas pela pequenina cidade que, acreditem, tem um metrô que lembra um ferrorama de tão “pititico”.

Na Escócia os preços são melhores também. Se estiver indo à Europa, recomendo que visite o país ruivo e compre alguns títulos por lá. Assim você aproveita a “esticadinha”, conhece o Monstro do Lago Ness e experimenta um delicioso fish and chips. Fica aí a dica!

Paris não é uma cidade hi tech, apegada aos modismos contemporâneos, entretanto algumas lojas da cidade fazem brilhar os olhos. Em um desses recintos parisienses encontrei o “Guitar Hero: On Tour” sendo vendido por 25 Euros. Juro!

Bem, após um mês “around the world”, eu voltei! Saudade do arroz e feijão, pudim de leite condensado e DS rosa ;p

Fui, Brasil!

Crédito//Imagem: Getty Images

Salve! Salve!

Postado por: | 20:35 9 de junho de 2008

E aí, galerinha? Tudo certo com vocês? Estava aqui pensando no que escrever, mas os últimos dias cheios e a contagem regressiva para as férias me deixou com a cabeça nas nuvens, e por que não dizer no Radiohead – mas essa é outra história.

Muitas coisas interessantes aconteceram nas últimas semanas. Apresentei, com o pessoal da EGM Brasil, o Troféu Gameword e – acreditem – fui chamada de “Babe-Gamer” pelo Rodolfo Braz, lá na matéria do Herói. Ah, olha isso! Vou soltar um hadouken e aí vão ver que sou uma “tia”. Hahaha!

Na quarta-feira passada fui em um encontro muito legal com o pessoal do Yahoo! e, em um dado momento, os moços citaram os games. Fiquei orgulhosa e com vontade de soltar um “viva”. Mas como ainda tenho um pouco de juízo, fiquei na minha.

Analisando a audiência do meu filho, percebi que os destaques mais acessados foram todas as notícias relacionadas ao caso “Age of Conan”. Nunca vi guerreiras siliconadas darem tanto o que falar. Gosh! O que vocês acharam, guris? Me refiro ao jogo e não aos atributos das moças, okay?

Gossip!!!! Parece que a Sony vem para o Brasil mesmo. Pena que não será para fazer a alegria dos fãs de MGS, trazendo o PS3; a multinacional quer “fomentar” as vendas do Play 2 no país. Humpft. Me senti tão 3º mundo. Blé!

Nesta segunda o Leo De Biase reuniu aqui em São Paulo um grupo bacana de jornalistas e executivos da indústria para entender como anda o mercado de games. Infelizmente não puder ir, mas assim que souber dos babados que rolaram lá conto aqui.

Hum, é isso!

Crédito//Fotos: Getty Images

Games addicted

Postado por: | 16:08 28 de maio de 2008

Lembra daquela história defendida por nossos pais de que os videogames viciam? Pois, bem, meu povo, eles tinham – e têm – toda a razão.

O DailyMail publicou uma matéria que dá conta de uma pesquisa norte-americana que comprova o que já sabíamos “informalmente”: os homens tendem a se viciar mais em games do que as mulheres.

O estudo foi realizado com ambos os sexos, simultaneamente, enquanto eram monitorados com um aparelho de tomografia por ressonância magnética. As atividades cerebrais foram “escaneadas” e depois analisadas por especialistas.

A pesquisa afirmou que durante a jogatina áreas do cérebro responsáveis pelo desejo de vencer e vício eram mais ativadas nos homens do que nas mulheres. Isso mesmo. Enquanto os garotos jogavam um game, o cérebro masculino era estimulado como no tempo dos homens das cavernas durante uma caçada (rs).

O estudo foi realizado pelo Professor Allan Reiss, da Universidade da Califórnia.

Se concordo com esses resultados? Evidentemente! Mulheres preferem jogos de satisfação imediata, com uma linha de aprendizagem curta. Geralmente não temos paciência para tutorias e, por incrível que pareça, não somos tão competitivas assim. Vale ressaltar, entretanto, que durante a TPM o quadro é completamente diferente. Nunca se arrisque a desafiar a sua namorada, esposa ou ficante durante esse período do mês. Provavelmente ela vai vencer a partida e ainda jogar o joystick na sua cabeça – e começar a chorar depois, claro. Fica aí a dica!

Haha! Como seria o “rehab” para um viciado em games, hein?

Crédito//Foto: Getty Images

Mais do mesmo

Postado por: | 11:41 27 de maio de 2008

É isso aí, galera. Mais uma vez os games invadiram a casa do povo brasileiro por meio de uma matéria exibida no Fantástico.

O assunto? Bem, o mesmo de sempre: a violência. Confesso que acho legal ver os jogos eletrônicos ganhando espaço em programas dominicais de tal importância e alcance, mas sejamos sinceros: a mesma ladainha de sempre cansa.

Há tantas outras vertentes para serem abordadas. Falar sobre o “Counter-Strike”, “Bully”, ou mesmo sobre a pirataria, é manjado demais. A Pajé continua lá e, por favor, ninguém foi “proibido de jogar CS”. O que aconteceu foi o fim da comercialização do jogo.

Recentemente publicamos no Arena Turbo uma matéria super interessante sobre o uso dos games na saúde. Por que ninguém aborda o tema? E sobre o GTA IV? O maior fenômeno da indústria do entretenimento debaixo dos nossos olhos e nenhum comentário acerca do jogo. Isso sem contar o “Wii Fit”, que ganhou destaque no The New York Times, jornal pelo qual tenho um digno respeito. Em minha opinião, é o veículo que melhor aborda o tema no mundo. Suas matérias são sempre interessantes, bem apuradas e curiosas. As cabeças pensantes por trás dessas reportagens são de dois super jornalistas: Seth Schiesel e Brian Stelter.

Quem quiser conferir a matéria do Fantático, clique aqui, oh.

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Bom, na próxima sexta-feira, 30, começa a etapa nacional da ESWC e também a entrega “Troféu Game World”. Adivinhem quem estará lá ajudando o pessoal a apresentar as categorias? Dãããã! ;p

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Ontem joguei duas partidas do clássico jogo de tabuleiro “Damas” no MSN. Gentemmmm, eu juro que não conhecia essa funcionalidade do Messenger. É divertido, sabe? Bem, menos quando você perde duas partidas seguidas :-(

Crédito//Foto: Getty Images

Ossos do ofício

Postado por: | 17:38 16 de maio de 2008

É, meu povo, a gente paga mico pelos games. E que mico!

O Ricardo Farah, editor da revista EGM Brasil, e eu, tentando manter a forma com o “Wii Fit”.

Minha idade corporal, segundo o brinquedinho do Miyamoto, é de 46 anos. Gosh :-(

Games incentivam a violência

Postado por: | 14:57

Aha! Você estranhou o título do post, né? Bem, foi por meio do Lucas que conheci o site engraçadíssimo College Humor e foi lá que descobri como os jogos podem, sim, incitar a violência descabida e sem limites (rs).

Liderado por uma cambada de ex-universitários – imagino -, o site possui uma seção exclusiva dedicada, exclusivamente, ao besteirol gamer. São textos (um diário do Romam, primo do Niko, no “GTA IV”, por exemplo), vídeos e imagem que fazem paródias de franquias populares.

É difícil escolher qual o melhor vídeo postado por eles. Vale ressaltar, inclusive, que uma visita ao site pode levar horas. São muitos conteúdos, todos bem apelões, que fazem você sentir dor de barriga de tanto rir.

Bem, então você quer mesmo saber por que afirmo aqui que os jogos influenciam a violência? Surpreenda-se!

Mario Killing Spree

Rejected Wii Games (esse foge ao assunto, mas é ótimo)

Game girls rules

Postado por: | 16:34 5 de maio de 2008

Elas estão por aí, algumas disfarçadas, outras escondidas sob a sombra de um namorado gamemaníaco. As game girls, ou garotas que jogam, não têm vergonha em admitir o seu hobby peculiar – algumas vezes sutilmente, é bem verdade – e mostram que realmente entendem do assunto. É o caso da fofíssima Lia Camargo, 24, webdesigner da Capricho. A blogueira confessou para o Game Girl que se amarra em uma boa jogatina e afirma gostar de jogos desde criancinha. Confira, abaixo, o nosso bate-papo via MSN.

Renata diz:
Lia, quando começou o seu intesse por games?

Lia diz:
Meu pai sempre foi muito ligado em tecnologia, então desde bebê eu tinha Odyssey em casa e já era doida pra jogar

Lia diz:
Claro que na época meus pais só me davam o joystick que não funcionava, para eu achar que tava jogando e parar de pentelhar…

Renata diz:
E hoje, menina, o que você costuma jogar? Outras amigas suas também jogam?

Lia diz:
Hoje eu jogo praticamente tudo. Só dispenso jogos de estratégia (com exceção de Starcraft) e de futebol. Tenho jogado muito Wii sozinha (Super Mario Galaxy, Zelda, Paper Mario e Zack & Wiki) e com amigos (Trauma Center, RE Umbrella, Lego Star Wars, Sonic and The Secret Ring, Wii Sports, Wario Ware). Jogo um pouco de DS (Cooking Mama 2, Animal Crossing, Zelda Hourglass) e PC (The Sims 2, TR Anniversary, NFS Carbon, FlatOut 2, Half Life 2 e Bioshock)

Lia diz:
Minhas amigas não jogam nada, mas com muita insistência elas jogam um pouco de Boliche no Wii ou uns jogos mais antigos de SNES, tipo Mario Kart e Street Fighter

Renata diz:
E como seu namorado reage? Ele joga com você?

Lia diz:
Eu conheci ele há anos, porque ele tinha um clubinho de videogame e eu precisava de dicas pra Banjo Kazooie (hahaha). Vi o endereço em uma revista, mandei uma carta (é… não tínhamos internet fácil ainda) e fomos conversando e nos conhecendo. Ele também adora games, joga comigo e passa as fases que eu tenho dificuldade (haha, bem no estilo “mata os chefões”); a gente se assiste jogando. Só complica quando um dos dois vicia um pouco em alguma coisa. Tivemos que abolir Ragnarök da nossa vida, porque chegamos em um nível onde nos encontrávamos mais no jogo do que na vida real.

Renata diz:
Que ploft, ploft! Você acha que os jogos estão cada vez mais chamando a atenção da mulherada ou acredita que ainda falta muito para que os games atinja também esse público-alvo?

Lia diz:
Eu acho que sim! Principalmente os jogos online, pela possibilidade dos relacionamentos e os jogos de Wii que têm um formato diferente, que não exigem habilidade no joystick como os jogos de antes. A quantidade de “jogos-fofura”, não infantilóides, também cresceu muito!

Adooooooro. Sucesso para a Lia…

Eu falei…

Postado por: | 17:57 29 de abril de 2008

…no post anterior que os humanos são maus. Já criaram até um webgame baseado no caso do sumiço do padre Adelir De Carli. Essa internet não deixa escapar nada. Gosh!