Imagem é tudo
O vídeo abaixo foi compartilhado no G8bits (gangue oito bits), um grupo de e-mail para lá de legal que reúne a nata dos jornalistas/admiradores/jogadores de games deste Brasilzão.
Quero na Copa do Mundo e na Olimpíada! E você?
O vídeo abaixo foi compartilhado no G8bits (gangue oito bits), um grupo de e-mail para lá de legal que reúne a nata dos jornalistas/admiradores/jogadores de games deste Brasilzão.
Quero na Copa do Mundo e na Olimpíada! E você?
A trilha sonora é, sem dúvida, a característica mais marcante dos jogos 8-bit. A música, não só ambientou cada ação e deu vida para cada movimento, como também contribuiu para que esses títulos se tornassem ícones e marcassem uma geração.
Mas o que aconteceria se a trilha sonora tradicional desses jogos fosse substituída por efeitos realistas? O designer de som Jake “virt” Kaufman fez uma experiência e trocou o áudio de games como Pac-Man, Contra e Super Mario Bros. por uma sonoplastia sofisticada, mas totalmente incoerente em um ambiente alheio aos filmes, trailers e videogames contemporâneos.
O resultado, confesso, causa tamanha estranheza, mas surpreende pela criatividade do autor. Confira o resultado a seguir:
Imagem: Creative Commons/Flickr Patrick Hoesly
Sim. O Angry Birds é um sucesso, possui mais de 40 milhões de jogadores ativos por mês e, recentemente, recebeu um aporte financeiro de quase 50 milhões de dólares.
O jogo para iPhone, iPad, Android, PS3 e, em breve, Facebook, virou uma febre mundial e ganhou espaço até em talk shows americanos, como o apresentado pelo comediante Conan O’Brien. Na ocasião, ele faz uma pequena brincadeira com o elenco de um reality show chamado Jersey Shore.
Assista ao trecho a seguir:
Estou certa de que ninguém duvidará que os games, definitivamente, invadiram a cultura contemporânea depois do clipe a seguir. Detalhe: o joystick nas mãos do casal não parece, nem de longe, o controle do Atari. Abafa. E divirtam-se, é claro (LOL).
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Update: o leitor JF lembrou de uma outra “homenagem” imperdível. Seria sacanagem não destacar o vídeo. E viva o Carnaval! LOL
O Kinect não só vendeu mais de oito milhões de unidades em apenas 60 dias – conforme anunciou, orgulhoso, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, durante a CES – , como também incentivou curiosos programadores a utilizarem o sensor para uma série de outras coisas legais.
Os exemplos são inúmeros e estão disponíveis “a rodo” na internet. Escolhi, no entanto, um vídeo que compila alguns exemplos bem bacanas do que a câmera do Kinect pode fazer, quando usada para outros fins. Os créditos são da New Scientist.
O blog The Game Girl é parceiro da Campus Party, um dos eventos mais importantes de cultura digital do país, e dará para você, querido leitor, um ingresso para a edição de 2011.
Para concorrer, basta participar do concurso cultural respondendo a pergunta: “Se você encontrasse os criadores da internet, o que diria a eles?”
A Campus Party 2011 colocou à venda neste ano 6.500 ingressos, que se esgotaram em menos de dois meses. Mas para os “camaradas” do The Game Girl ainda sobraram duas concorridas entradas. Para tentar a sorte, clique aqui.
Já estão confirmadas para a Campus Party 2011 as participações do ex-vice-presidente norte americano Al Gore, do editor especial da Wired UK, Ben Hammersley, do co-fundador da Apple, Steve Wozniak e do diretor da Linux International, Jon “Maddog” Hall.
A influência da geração 8-bit na cultura contemporânea é óbvia. Para divulgar seu novo CD, por exemplo, o genial will.i.am, o cérebro por trás do grupo americano The Black Eyed Peas, criou um vídeo que bebe da fonte 8-bit sem censura.
O clipe de Do It Like This, umas das faixas do álbum The Beginning, é apenas um preview, mas mostra como a mente criativa do músico/produtor busca inspiração também no universo dos games. O resultado dessa miscelânea você confere abaixo:
Para quem interessar, o novo disco do The Black Eyed Peas chega às lojas dos Estados Unidos nesta terça-feira.
O desenvolvimento de jogos em flash com personagens políticos na web só provam a popularidade dessas personalidades. Dada as devidas proporções, isso aconteceu com o Barack Obama, em 2008, e agora com Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), ambos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano.
Conheci os dois jogos enquanto cobria as eleições – algo que sigo fazendo até o dia 31 para o site de VEJA. A qualidade é questionável, mas do ponto de vista sociológico é até interessante ver os militantes se empenhando em usar tal plataforma para espalhar suas ideias.
Através do Facebook, os jogos ganharam popularidade e estamparam sites de jornais e revistas importantes do país nas últimas semanas.
Enquanto um dos games compara a candidata do PT ao Mario – e coloca José Serra como inimigo, no papel de um zumbi -, o outro jogo faz uma paródia com o recente “evento da bolinha.”
Conheça o Dilma Adventures e o Bolinha de Papel no Serra. Em uma eleição vazia como essa não é surpresa encontrar os dois principais candidatados à Presidência estreando joguinhos de humor na web…
Muitas bandas devem parte de seu sucesso aos jogos. É o caso , por exemplo, do grupo britânico Friendly Fires. A música On Board, do álbum Friendly Fires, lançado em 2008, foi trilha sonora de um comercial para televisão do jogo Wii Fit e ganhou popularidade entre os gamers graças a campanha da Nintendo.
O Friendly Fires nasceu na Inglaterra e seu trabalho tem uma forte influência disco.
A música On Board também foi marca registrada de um outro vídeo de divulgação de um game: o Gran Turismo 5 Prologue. Posso estar enganada, mas a tal coincidência não deve ter deixado o pessoal da Sony Computer Entertainment Inc. muito feliz. Enfim, eles que são japoneses que se entendam. E depois águas passadas não movem moinhos, não é mesmo?
Scott Pilgrim vs. the World só chega aos cinemas brasileiros em outubro, mas o game já está disponível para PlayStation 3 e para Xbox 360. O trailer traz fortes referências ao estilo 8-Bit, uma característica fundamental àqueles que lembram do passado com certa nostalgia.
O game é uma adaptação retrô do universo de Scott Pilgrim, um garoto que precisa enfrentar inimigos para conquistar uma mocinha. A narrativa não é inovadora, principalmente se levarmos em conta enredos de jogos como Mario Bros. e Prince of Persia, onde o principal objetivo é “salvar” a princesa de terríveis inimigos – não que eu ache o Bowser Koopa um mostro tão mau assim. Vale ressaltar, no entanto, que a fórmula pode funcionar muito bem no cinema, onde a estratégia ainda não foi explorada com essa mesma estética.
As críticas não são das mais positivas, mas o game pode ser uma opção se o que jogador procura não é um modo cooperativo on-line. No jogo, ele precisa enfrentar sete ex-namorados de Ramona, a mocinha da história. O título, a exemplo do filme, é baseado no quadrinho de mesmo nome, assinado pelo cartunista canadense Bryan Lee O’Malley.
A arte retrô pixelada do jogo é de Paul Robertson e a trilha sonora é de Anamanaguchi, uma banda nova-iorquina de chiptune punk.
No final do ano passado, o filme dirigido por Edgard Wright foi exibido em Londres para um grupo seleto de cineastas. À época, Jason Reitman (Amor sem Escalas, Juno) considerou o longa o primeiro filme da “geração joystick”. Será?