Seja um rock star no Facebook

Postado por: | 01:25 3 de agosto de 2011

Os games sociais são viciantes e quem já jogou FarmVille sabe muito bem do que estou falando. Pois bem. Foi de olho nessa característica, que fez da “fazendinha” um enorme sucesso, que a empresa brazuca Gazeus desenvolveu o Music City, um título bem divertido, especialmente àqueles que sempre sonharam ter uma banda, mas nunca tiveram o dom – aquele, sabe? – de tocar qualquer instrumento.

O Music City é bem simples. Você cria um avatar (daqueles que a gente morre de vergonha de compartilhar), compra roupinhas transadas e escolhe uma música para ensaiar. Eu, por exemplo, optei por Bone Machine e Debaser, do Pixies, e Nantes, do Beirut. Em seguida, uma tela “tipo Guitar Hero visto de cima” é aberta. Lá, o objetivo é acertar as notas para adquirir pontos. Quando o avatar estiver okay, chega então a hora da apresentação. Você monta uma dancinha, aperta o play e em seguida aguarda para pegar a bilheteria do seu show. Ao invés de colher morangos ou pimentas, você coloca a mão na grana dos ingressos. Deu para entender como funciona o esquema mais ou menos, né?

É claro que há ainda outras funcionalidades que não tive tempo de fuçar. Pretendo fazer isso ao longo dos próximos dias. O que vale ressaltar é que o lançamento do jogo acontece nesta quarta-feira, ocasião onde ficaremos sabendo um pouco mais sobre a concepção do título.

Por enquanto, divirta-se com duas notícias bem interessantes:

- Game ‘World of Warcraft’ chega ao Brasil neste ano

- Para Mark Stanley, PSN pode oferecer até novela

Galeria abre espaço para game art

Postado por: | 11:28 10 de fevereiro de 2011

A ArtBoy Gallery, localizada na cidade de Melbourne, na Austrália, é focada em um mix de estilos artísticos, que vão do stencil à arte urbana, passando pela fotografia e game art.

A proposta, segundo Marc Huntington, fundador do espaço, é buscar no mercado pessoas que têm se inspirado nos games para produzir trabalhos dos mais diversos.

Confiante, Huntington organizou uma ação que visa encontrar esses talentos, geralmente “escondidos” em fóruns e coleções particulares. A mostra FanBoy vs. ArtBoy: VideoGames está em fase inicial e até esta sexta-feira, dia 11, convida artistas de todo mundo a enviarem suas produções à galeria.

Os trabalhos mais originais serão expostos entre 11 e 14 de março. As peças também estarão disponíveis para a venda.

“Com a nossa mostra inaugural daremos aos artistas independentes a oportunidade de levar sua arte de um fórum público para a parede das pessoas”, explica o regulamento do concurso no site oficial do espaço.

(((Social Media Week – São Paulo)))

O TheGameGirl esteve nessa quarta-feira no Social Media Week participando da mesa Social Games – Quem Está Jogando Esse Jogo?. Estavam na mesa eu, o Andrew de Andrade, especialista no assunto, a Heloísa Lima, da Dentsu Latin America, e o Cauã Taborda, da Info. Foi bem divertido :)

Durante a conversa podíamos dar uma espiadinha nos tweets que estavam sendo postados no Twitter com a hashtag #SMWSP. Embora algumas piadinhas atrapalhassem qualquer linha de raciocínio, principalmente as que envolviam o curioso bigode do Andrew (a la Ben Hammersley, o editor especial da Wired UK que esteve no Brasil para a Campus Party), acho que conseguimos passar a nossa mensagem. É, eu acho ;p

Sociais, não. Casuais

Postado por: | 10:49 31 de janeiro de 2011

Qualquer jogo multiplayer é social. E pronto. Qualquer game que permita a interação entre duas ou mais pessoas é, consequentemente, social. E eles surgiram há muito tempo, bem antes de qualquer gênio de Harvard pensar em criar uma rede. Alguns especialistas e estudiosos do tema apostam que os jogos sociais surgiram há pelo meno 5.000 anos no Egito antigo, mas é ínfima a quantidade de literatura que defenda ou descarte tal afirmação.

Os games casuais, principalmente os que ganharam projeção graças à popularização de sites como Orkut e Facebook, esses sim são novidade. Embora tenham sido rotulados de forma errônea, esses games possuem características bem próprias e um público-alvo bastante abrangente.

Além de conquistar um número significativo de mulheres – algo que já ocorria com os games em flash disponíveis na internet -, esses títulos possuem uma curva de aprendizado curta e uma temática de fácil aceitação entre os jogadores casuais.

As redes sociais, portanto, apenas impulsionaram a audiência desses jogos, que há muitos anos já faziam sucesso em sites como Pogo, PopCap, Atrativa e Miniclip.

Reproduzo, a seguir, uma reportagem sobre a Vostu publicada originalmente no site da revista VEJA. Reparem que a companhia, cuja sede fica em Nova York, foca seus esforços no Orkut, a maior rede social do Brasil, cuja base de usuários é de mais de 50 milhões.

Vostu, a dona dos jogos no Orkut
Criada por três estudantes de Harvard, a empresa americana se dedica exclusivamente ao mercado brasileiro de jogos sociais


Três amigos que estudam em Harvard decidem montar uma empresa e apostam no promissor mercado de internet. O negócio dá certo, eles conquistam a confiança dos investidores e, aos vinte e poucos anos, se transformam em milionários. Não, não se trata do Facebook. E embora a história possa ser confundida com a do surgimento de uma centena de empresas do fértil Vale do Silício, seus protagonistas não se mudaram para a ensolarada Califórnia, não miraram o mercado americano nem planejaram uma nova rede social (embora essa fosse a ideia original). Eles concentraram esforços para erguer uma produtora de games sociais totalmente dedicado ao mercado brasileiro – e ao Orkut.

Assim surgiu, em 2007, a Vostu, hoje uma gigante com escritórios em Nova York, Buenos Aires e São Paulo e 260 funcionários. Seu valor de mercado chega aos 300 milhões de dólares, segundo estimativas do site especializado Tech Crunch (a companhia guarda segredo sobre esse valor). Fundada por Daniel Kafie, Mario Schlosser e Josh Kushner – nenhum deles brasileiro –, a startup escolheu o Orkut como ponto de partida para seus negócios por se tratar da maior rede social do Brasil, com cerca de 50 milhões de usuários. Bingo! Atualmente, aproximadamente metade dos cadastrados se delicia com alguma das atrações da empresa: Mini Fazenda, Café Mania, Joga Craque, Vostu Poker, PetMania e Rede do Crime.

Tamanho sucesso levou a uma comparação ao mesmo tempo evidente e elogiosa: o título de “Zynga brasileira”. É uma referência à produtora americana de jogos sociais que domina o gênero no interior do Facebook, como atrações como FarmVille e, agora, CityVille, que já desbancou o antecessor. O sucesso da Vostu atraiu também muito dinheiro. Em novembro, a empresa recebeu o aporte de 30 milhões de dólares dos fundos Accel Partners e Tiger Global Management, os mesmos investidores de Facebook e Zynga.

Comunidade nacional – Daniel Kafie é o CEO da Vostu. Tem 28 anos, nasceu em Honduras, cresceu nos Estados Unidos, fala português fluentemente e flerta com a cultura brasileira há muitos anos. Aprendeu o idioma enquanto estava na universidade. “Sempre gostei muito do português. Fiz algumas aulas em Harvard e pratiquei enquanto trabalhava no Brasil”, conta. Ele explica por que decidiu, com os sócios, se dedicar exclusivamente ao mercado do Brasil: “É a nação do futuro em internet na América Latina. Se você olhar as estatísticas, perceberá que os brasileiros são os usuários que ficam mais tempo conectados no mundo. Naturalmente, vimos aqui uma grande oportunidade”, diz. É uma situação diferente, por exemplo, da vivida na Índia, onde, embora numerosos, os usuários ficam conectados por pouco tempo. “Os fenômenos Orkut e Twitter mostram como os brasileiros podem pegar um site e fazer dele uma comunidade nacional.”

A Vostu já é um sucesso. Mas não pretende descansar. Sabe que vive em um mercado extremamente dinâmico. Parte da tarefa de buscar novos negócios está nas mãos da nova sócia, Tahiana D’Egmont, uma carioca de 25 anos. “Vamos continuar investindo no Orkut, mas não descartamos a ideia de expandir para o Facebook”, diz. Já o mercado latino-americano, uma aposta quase natural para quem atua no Brasil, deverá esperar mais. “Ainda há muito o que ser explorado no Brasil.”

A web não é o limite para a jovem empresa americana. A companhia já trabalha em uma plataforma que permitirá aos usuários jogarem a partir do próprio browser, usando um acesso ao Orkut. Outra aposta é distribuir seus jogos nas lojas de aplicativos para celulares, como App Store, da Apple, e Android Market, do Google. Os aplicativos estarão integrados ao Orkut e serão compatíveis com o maior número possível de celulares.

No intuito de se tornar ainda mais abrangente, a Vostu tem conversado com donos de lan houses e outros pontos off-line. A ideia é vender, nos próximos meses, cartões pré-pagos, com créditos para os jogos. Dessa forma, quem não tiver cartão de crédito, poderá comprar o dinheiro virtual – com o qual obtém itens dos jogos – a partir de uma chave adquirida no mundo real.

Jogos sociais – O conceito de jogo social é antigo e abrange qualquer tipo de game que permita a interação entre duas ou mais pessoas. Desde 2009, no entanto, a modalidade ganhou dimensões planetárias graças à ascensão de títulos nas redes sociais. É o caso, mais uma vez, dos populares FarmVille e CityVille. O último já atingiu a marca de 100 milhões de usuários cadastrados. É um “arrasa-quarteirão”, como se diz nos Estados Unidos.

Ao contrário de outros segmentos, que apostam no modelo baseado em assinaturas – caso da Blizzard e seu World of Warcraft –, a receita dos jogos sociais vem da compra de itens virtuais. Ou seja: o game é totalmente gratuito e pode ser jogado por qualquer pessoa cadastrada em uma rede social. Contudo, caso o interessado queira evoluir rapidamente na brincadeira ou adquirir um objeto exclusivo, precisa lançar mão do velho e bom cartão de crédito para comprar, em moeda real, o dinheiro virtual com o qual terá acesso aos produtos comercializados nas lojas on-line. Nos Estados Unidos, esta modalidade de compra deve movimentar mais de 650 milhões de dólares neste ano.

Só em 2010, segundo levantamento da consultoria Newzoo, a indústria de games sociais cresceu 66%. A expectativa para este ano, confirma pesquisa da eMarketer, é que o setor movimente ao menos 1 bilhão de dólares. A Vostu, é claro, quer ficar com uma parte dessa montanha de dinheiro.

(Foto: Breno Rotatori)

Games: previsões para 2011

Postado por: | 17:07 8 de janeiro de 2011

A matéria a seguir foi publicada originalmente na VEJA, mas a reproduzo aqui para quem não teve a oportunidade de conferi-la por lá. Espero que gostem! :)

O mercado global de games testemunhará, em 2011, dois acontecimentos que deverão transformá-lo de maneira profunda: a entrada da Apple no setor e a presença do Google no bilionário negócio dos jogos sociais.

Em 2010, a Apple voltou os seus radares para os games. Em seus encontros com a imprensa, Steve Jobs fez questão de mencionar o tema. O Game Center, serviço dedicado a usuários de iPad, iPhone e iPod Touch entrou em funcionamento. Mas isso é pouco em relação ao que está por vir, segundo consultores do mundo da tecnologia: o lançamento de um console Apple (com tudo que isso significa em termos de design e funcionalidade) para competir com PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.

Sinais semelhantes de interesse pelos games eram emitidos pelo Google em 2010. O gigante da internet investiu 200 milhões de dólares na Zynga, empresa que transformou FarmVille e CityVille em fenômenos no Facebook. Mas fez mais que isso: comprou a Labpixies, a Slide e a SocialDeck, todas companhias do ramo de jogos sociais.

Confira, a seguir, o que deve virar notícia nos próximos meses:

- A Apple e os games

Em setembro de 2010, a Apple provou o quão importante são os games para o seu negócio. A companhia de Steve Jobs anunciou o serviço Game Center, que permite aos usuários do sistema operacional iOS 4.1 (iPod Touch e iPhone) e iOS 4.2 (iPad) disputar partidas com jogadores de todo mundo. Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Newzoo, em setembro, ilustra a resposta dos consumidores aos investimentos que a Apple tem feito no setor. Segundo o levantamento, 40 milhões de pessoas utilizam o iPod Touch, o iPhone ou o iPad para jogar, enquanto apenas 18 milhões utilizam o PSP (portátil da Sony) para o mesmo fim. Rumores apontam que a companhia está prestes a dar um passo ainda maior ao lançar, em 2011, um novo console.

- Jogos sociais

O mar está para peixe no mundo dos jogos sociais. Depois de um ano bom para os negócios, a expectativa é de que as companhias de sucesso, como Zynga e Crowdstar, sejam adquiridas por empresas maiores, o que lhes garantiria fôlego financeiro para continuar desenvolvendo títulos de sucesso como FarmVille. A boa fase também é testemunhada por companhias brasileiras, como a Vostu, dona dos jogos Mini Fazenda, Café Mania, Pet Mania, Vostu Poker, Rede do Crime e Joga Craque, todos populares no Orkut, a maior rede social do país. Em novembro, a empresa, que possui escritórios em Nova York, Buenos Aires e São Paulo, recebeu 46 milhões de dólares de investimento e passou a valer 300 milhões de dólares. Os frutos dessas consolidações serão colhidos em 2011.

- Pirataria nos games

A pirataria é um dos mais sérios empecilhos para a indústria de games, principalmente em mercados em desenvolvimento. Para enfrentar o problema, as empresas têm direcionado seus esforços a estratégias de lançamento on-line, onde há uma significativa redução de custos – graças à extinção da embalagem e ao fim das dificuldades de distribuição – e onde sistemas de autenticação impedem que usuários explorem todas as fases de um jogo, caso sua cópia não seja legal. Para fidelizar esses jogadores, a tendência é que as empresas de software (games) apostem em periódicas atualizações, como o lançamento de capítulos inéditos e novos recursos. Aliada aos avanços das redes virtuais, como Xbox Live e PlayStation Network, a ‘nuvem’ será a nova prateleira e os games ganharão atenção especial de gigantes da tecnologia, como Apple e Google. Uma recente previsão da publicação americana Forbes confirma tal hipótese. Segundo a revista, até 2020 os discos físicos tendem a desaparecer das lojas, dando espaço aos downloads sob demanda.

- A volta por cima da Nintendo

A japonesa Nintendo é uma das empresas mais tradicionais do setor e perdeu espaço, em 2010, para Microsoft e Sony, suas principais concorrentes. Os sensores Kinect e Move conquistaram novos adeptos, ofuscaram o sucesso do console Wii e forçam a companhia a dar a volta por cima em 2011. O primeiro passo na retomada do mercado será dado no primeiro semestre, quando a companhia lançará o portátil Nintendo 3DS, o primeiro videogame 3D que dispensa o uso de óculos. A adequação ao cenário atual, no entanto, só acontecerá em sua plenitude no final de 2011, quando a Nintendo lançará uma nova e mais poderosa versão do Wii, hipoteticamente chamada de Wii HD ou Wii 2.

Crédito/Foto: Reprodução

O que é “tendência” no Facebook?

Postado por: | 11:14 28 de abril de 2010

Vocês já conhecem o ItsTrending? O agregador, que começou a ser divulgado há alguns dias, reúne em uma mesma plataforma tudo o que é tendência no Facebook. A exemplo dos Trending Topics do Twitter, a ferramenta funciona como uma espécie de termômetro da rede, capaz de listar o que está sendo mais recomendado pelos usuários.

O conteúdo filtrado pelo ItsTrending é diverso e inclui vídeos, notícias, imagens, esportes, tecnologia, games, entretenimento e comédia. Na aba games, o usuário encontra colunas que listam jogos viciantes, melhores títulos em flash etc. Há ainda colunas de sites renomados, especialistas no assunto como Kotaku, IGN e Gamespot.

Quando logado, o usuário tem acesso às recomedações de seus amigos. Curioso? Acesse o ItsTrending para saber mais sobre o agregador.

PS. O blog VEJA 10+, do qual faço parte, ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo. Orgulho!

Crédito//Foto: Flickr Balakov

A explosão dos games sociais

Postado por: | 00:03 26 de março de 2010

Sarah Lacy

Certamente você já jogou ou ao menos ouviu falar no FarmVille, o tal jogo da “fazendinha” que enche de updates o nosso Facebook. Ele é aparentemente despretensioso, entretanto essa sua simplicidade já atraiu a atenção de, pelo menos, 80 milhões de usuários. Nada mal se pensarmos que a rede, a mais popular do momento, possui uma base de 400 milhões.

Mas que diabos têm esse jogo que faz com que milhares de pessoas em todo o mundo cultivem morangos e cerejeiras virtuais e as compartilhem com outras milhares de pessoas, muitas vez nem um pouco interessadas em frutas e agricultura? Certamente esse segredo a Zynga, desenvolvedora do FarmVille, guarda a sete chaves.

Quando joguei pela primeira vez a “fazendinha”, como o game é chamado por aí, todas as minhas amigas (repito: TODAS), mesmo aquelas que nunca mostraram o mínimo interesse em qualquer tipo de jogo, já tinham plantações completas e já compartilhavam entre si pimentas – o que descobri, mais tarde, se tratar do melhor custo-benefício – e alcachofras. Entrei no FarmVille porque meu chefe, um outro viciado no jogo – ele e outros executivos da empresa chegaram a montar uma tabela com os vegetais que mais davam lucro em um menor período de tempo – pediu uma matéria sobre o game. Como era impossível escrever sem antes “brincar”, fui, literalmente, obrigada a fazer parte da comunidade.

Não me empolguei e também não achei tão divertido, entretanto uma coisa era incontestável: o jogo estava chegando onde outros games não conseguiram chegar. Não precisou muito para que uma série de artigos sobre o FarmVille surgissem por aí. Era gente defendendo. Era gente metendo o pau. Eu procurava ficar encima do muro. O assunto “jogos sociais” invadiu a academia e já era possível encontrar intelectuais de renomadas universidades questionando o papel do título da Zynga na sociedade. Coisa de louco.

Os “Ville” tomaram conta do Facebook. Como que em um passe de mágica, apareceram o FishVille, o PetVille, o YoVille e por aí vai.

Segundo uma reportagem da BBC, 3/4 dos 400 milhões de usuários da rede, cria do precoce Mark Zuckerberg, jogam games sociais. De olho nessa base, muitos desenvolvedores se empolgaram para criar um jogo capaz de tornar ainda mais popular o termo “game social”.

Durante a GDC deste ano, por exemplo, muitos profissionais incitaram jovens designers a criarem um título icônico, a exemplo do que já aconteceu com outras plataformas. A ideia, reforçaram os especialistas, é desenvolver para o Facebook franquias de peso como Mario, Sonic ou Halo.

O desafio é grande, mas a indústria parece empolgada, pelo menos enquanto a moda não passar.

Há algumas semanas, encontrei a jornalista Sarah Lacy aqui no Brasil. Uma das colaboradoras do TechCruch, a americana, que cobre empresas start-up no Vale do Silício há 10 anos, falou sobre suas expectativas para o futuro dos games sociais e afirmou não acreditar em uma vida muito longa para o gênero. Fiquei perplexa com a declaração de Lacy, que na minha cabeça era uma entusiasta do segmento, bem como outros jornalistas acostumados a escrever sobre redes sociais e coisas do tipo.

Pensei sobre o que ela falou e questionei se os jogos sociais serão ou não apenas uma tendência passageira. É óbvio que não cheguei a uma conclusão muito clara, entretanto não se pode ignorar o fato de que milhões de pessoas neste mundo estão realmente se divertindo em suas fazendas virtuais, transformando o despretensioso FarmVille na porta de entrada para, quem sabe, o Mario ou o Halo do Facebook, como citou o tal especialista durante a GDC. Quem sabe!

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E mais um top 10 está no ar. Desta a vez “escolhemos” os jogos mais viciantes de todos os tempos. Só digo uma coisa: WoW está em 3º!

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E agora uma música inspirada no FarmVille para vocês se divertirem! Haha (rs)