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	<title>The Game Girl, por Renata Honorato &#187; Jogos casuais</title>
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	<description>Games sob uma ótica feminina</description>
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		<title>&#8216;Angry Birds&#8217; ganha versão na vida real</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 09:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim. O Angry Birds é um sucesso, possui mais de 40 milhões de jogadores ativos por mês e, recentemente, recebeu um aporte financeiro de quase 50 milhões de dólares. O jogo para iPhone, iPad, Android, PS3 e, em breve, Facebook, virou uma febre mundial e ganhou espaço até em talk shows americanos, como o apresentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/03/angry-birds.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4138" title="angry-birds" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/03/angry-birds-500x277.jpg" alt="" width="500" height="277" /></a></p>
<p>Sim. O <strong>Angry Birds</strong> é um sucesso, possui mais de 40 milhões de jogadores ativos por mês e, recentemente, recebeu um aporte financeiro de quase 50 milhões de dólares.</p>
<p>O jogo para iPhone, iPad, Android, PS3 e, em breve, Facebook, virou uma febre mundial e ganhou espaço até em talk shows americanos, como o apresentado pelo comediante Conan O&#8217;Brien. Na ocasião, ele faz uma pequena brincadeira com o elenco de um reality show chamado Jersey Shore.</p>
<p>Assista ao trecho a seguir:</p>
<p><object id="ep" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="442" height="375"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/cvp/teamcoco_432x243_embed.swf?context=teamcoco_embed_offsite&amp;videoId=245943" /><param name="bgcolor" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="442" height="375" src="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/cvp/teamcoco_432x243_embed.swf?context=teamcoco_embed_offsite&amp;videoId=245943" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Social Media Week 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 18:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos casuais]]></category>
		<category><![CDATA[jogos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media week]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu e a Heloísa Lima, da Dentsu Latin America, falando sobre games sociais &#8211; ou games casuais que ganharam projeção dentro das redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e a Heloísa Lima, da Dentsu Latin America, falando sobre games sociais &#8211; ou games casuais que ganharam projeção dentro das redes sociais.</p>
<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/02/5433756030_d6fcee122d_b.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4111" title="5433756030_d6fcee122d_b" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/02/5433756030_d6fcee122d_b-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Sociais, não. Casuais</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 13:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos casuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualquer jogo multiplayer é social. E pronto. Qualquer game que permita a interação entre duas ou mais pessoas é, consequentemente, social. E eles surgiram há muito tempo, bem antes de qualquer gênio de Harvard pensar em criar uma rede. Alguns especialistas e estudiosos do tema apostam que os jogos sociais surgiram há pelo meno 5.000 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/cityville.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4087" title="cityville" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/cityville.jpg" alt="" width="500" height="327" /></a></p>
<p>Qualquer jogo multiplayer é social. E pronto. Qualquer game que permita a interação entre duas ou mais pessoas é, consequentemente, social. E eles surgiram há muito tempo, bem antes de qualquer gênio de Harvard pensar em criar uma rede. Alguns especialistas e estudiosos do tema apostam que os jogos sociais surgiram há pelo meno 5.000 anos no Egito antigo, mas é ínfima a quantidade de literatura que defenda ou descarte tal afirmação.</p>
<p>Os games casuais, principalmente os que ganharam projeção graças à popularização de sites como Orkut e Facebook, esses sim são novidade. Embora tenham sido rotulados de forma errônea, esses games possuem características bem próprias e um público-alvo bastante abrangente.</p>
<p>Além de conquistar um número significativo de mulheres &#8211; algo que já ocorria com os games em flash disponíveis na internet -, esses títulos possuem uma curva de aprendizado curta e uma temática de fácil aceitação entre os jogadores casuais.</p>
<p>As redes sociais, portanto, apenas impulsionaram a audiência desses jogos, que há muitos anos já faziam sucesso em sites como <a href="http://www.pogo.com/" target="_blank">Pogo</a>, <a href="http://www.popcap.com/" target="_blank">PopCap</a>, <a href="http://www.atrativa.com.br/" target="_blank">Atrativa</a> e <a href="http://www.miniclip.com/games/br/" target="_blank">Miniclip</a>.</p>
<p>Reproduzo, a seguir, uma reportagem sobre a Vostu publicada originalmente no site da revista VEJA. Reparem que a companhia, cuja sede fica em Nova York, foca seus esforços no Orkut, a maior rede social do Brasil, cuja base de usuários é de mais de 50 milhões.</p>
<p><strong>Vostu, a dona dos jogos no Orkut<br />
</strong><em>Criada por três estudantes de Harvard, a empresa americana se dedica exclusivamente ao mercado brasileiro de jogos sociais</em></p>
<p><em><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/daniel-kafie-vostu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4086" title="daniel-kafie-vostu" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/daniel-kafie-vostu.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a><br />
</em></p>
<p>Três amigos que estudam em Harvard decidem montar uma empresa e apostam no promissor mercado de internet. O negócio dá certo, eles conquistam a confiança dos investidores e, aos vinte e poucos anos, se transformam em milionários. Não, não se trata do Facebook. E embora a história possa ser confundida com a do surgimento de uma centena de empresas do fértil Vale do Silício, seus protagonistas não se mudaram para a ensolarada Califórnia, não miraram o mercado americano nem planejaram uma nova rede social (embora essa fosse a ideia original). Eles concentraram esforços para erguer uma produtora de games sociais totalmente dedicado ao mercado brasileiro &#8211; e ao Orkut.</p>
<p>Assim surgiu, em 2007, a Vostu, hoje uma gigante com escritórios em Nova York, Buenos Aires e São Paulo e 260 funcionários. Seu valor de mercado chega aos 300 milhões de dólares, segundo estimativas do site especializado Tech Crunch (a companhia guarda segredo sobre esse valor). Fundada por Daniel Kafie, Mario Schlosser e Josh Kushner – nenhum deles brasileiro –, a startup escolheu o Orkut como ponto de partida para seus negócios por se tratar da maior rede social do Brasil, com cerca de 50 milhões de usuários. Bingo! Atualmente, aproximadamente metade dos cadastrados se delicia com alguma das atrações da empresa: Mini Fazenda, Café Mania, Joga Craque, Vostu Poker, PetMania e Rede do Crime.</p>
<p>Tamanho sucesso levou a uma comparação ao mesmo tempo evidente e elogiosa: o título de &#8220;Zynga brasileira&#8221;. É uma referência à produtora americana de jogos sociais que domina o gênero no interior do Facebook, como atrações como FarmVille e, agora, CityVille, que já desbancou o antecessor. O sucesso da Vostu atraiu também muito dinheiro. Em novembro, a empresa recebeu o aporte de 30 milhões de dólares dos fundos Accel Partners e Tiger Global Management, os mesmos investidores de Facebook e Zynga.</p>
<p>Comunidade nacional – Daniel Kafie é o CEO da Vostu. Tem 28 anos, nasceu em Honduras, cresceu nos Estados Unidos, fala português fluentemente e flerta com a cultura brasileira há muitos anos. Aprendeu o idioma enquanto estava na universidade. &#8220;Sempre gostei muito do português. Fiz algumas aulas em Harvard e pratiquei enquanto trabalhava no Brasil&#8221;, conta. Ele explica por que decidiu, com os sócios, se dedicar exclusivamente ao mercado do Brasil: &#8220;É a nação do futuro em internet na América Latina. Se você olhar as estatísticas, perceberá que os brasileiros são os usuários que ficam mais tempo conectados no mundo. Naturalmente, vimos aqui uma grande oportunidade&#8221;, diz. É uma situação diferente, por exemplo, da vivida na Índia, onde, embora numerosos, os usuários ficam conectados por pouco tempo. &#8220;Os fenômenos Orkut e Twitter mostram como os brasileiros podem pegar um site e fazer dele uma comunidade nacional.&#8221;</p>
<p>A Vostu já é um sucesso. Mas não pretende descansar. Sabe que vive em um mercado extremamente dinâmico. Parte da tarefa de buscar novos negócios está nas mãos da nova sócia, Tahiana D&#8217;Egmont, uma carioca de 25 anos. &#8220;Vamos continuar investindo no Orkut, mas não descartamos a ideia de expandir para o Facebook&#8221;, diz. Já o mercado latino-americano, uma aposta quase natural para quem atua no Brasil, deverá esperar mais. &#8220;Ainda há muito o que ser explorado no Brasil.&#8221;</p>
<p>A web não é o limite para a jovem empresa americana. A companhia já trabalha em uma plataforma que permitirá aos usuários jogarem a partir do próprio browser, usando um acesso ao Orkut. Outra aposta é distribuir seus jogos nas lojas de aplicativos para celulares, como App Store, da Apple, e Android Market, do Google. Os aplicativos estarão integrados ao Orkut e serão compatíveis com o maior número possível de celulares.</p>
<p>No intuito de se tornar ainda mais abrangente, a Vostu tem conversado com donos de lan houses e outros pontos off-line. A ideia é vender, nos próximos meses, cartões pré-pagos, com créditos para os jogos. Dessa forma, quem não tiver cartão de crédito, poderá comprar o dinheiro virtual – com o qual obtém itens dos jogos – a partir de uma chave adquirida no mundo real.</p>
<p>Jogos sociais – O conceito de jogo social é antigo e abrange qualquer tipo de game que permita a interação entre duas ou mais pessoas. Desde 2009, no entanto, a modalidade ganhou dimensões planetárias graças à ascensão de títulos nas redes sociais. É o caso, mais uma vez, dos populares FarmVille e CityVille. O último já atingiu a marca de 100 milhões de usuários cadastrados. É um &#8220;arrasa-quarteirão&#8221;, como se diz nos Estados Unidos.</p>
<p>Ao contrário de outros segmentos, que apostam no modelo baseado em assinaturas – caso da Blizzard e seu World of Warcraft –, a receita dos jogos sociais vem da compra de itens virtuais. Ou seja: o game é totalmente gratuito e pode ser jogado por qualquer pessoa cadastrada em uma rede social. Contudo, caso o interessado queira evoluir rapidamente na brincadeira ou adquirir um objeto exclusivo, precisa lançar mão do velho e bom cartão de crédito para comprar, em moeda real, o dinheiro virtual com o qual terá acesso aos produtos comercializados nas lojas on-line. Nos Estados Unidos, esta modalidade de compra deve movimentar mais de 650 milhões de dólares neste ano.</p>
<p>Só em 2010, segundo levantamento da consultoria Newzoo, a indústria de games sociais cresceu 66%. A expectativa para este ano, confirma pesquisa da eMarketer, é que o setor movimente ao menos 1 bilhão de dólares. A Vostu, é claro, quer ficar com uma parte dessa montanha de dinheiro.</p>
<p><em>(Foto: Breno Rotatori)</em></p>
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		<title>Serra, Dilma e os jogos na web</title>
		<link>http://www.thegamegirl.com/2010/10/serra-dilma-e-os-jogos-na-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 14:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desenvolvimento de jogos em flash com personagens políticos na web só provam a popularidade dessas personalidades. Dada as devidas proporções, isso aconteceu com o Barack Obama, em 2008, e agora com Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), ambos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano. Conheci os dois jogos enquanto cobria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/10/dilma-serra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4017" title="dilma-serra" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/10/dilma-serra.jpg" alt="" width="500" height="329" /></a></p>
<p>O desenvolvimento de jogos em flash com personagens políticos na web só provam a popularidade dessas personalidades. Dada as devidas proporções, isso aconteceu com o <strong>Barack Obama</strong>, em 2008, e agora com <strong>Dilma Rousseff</strong> (PT) e<strong> José Serra</strong> (PSDB), ambos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano.</p>
<p>Conheci os dois jogos enquanto cobria as eleições &#8211; algo que sigo fazendo até o dia 31 para o site de VEJA. A qualidade é questionável, mas do ponto de vista sociológico é até interessante ver os militantes se empenhando em usar tal plataforma para espalhar suas ideias.</p>
<p>Através do Facebook, os jogos ganharam popularidade e estamparam sites de jornais e revistas importantes do país nas últimas semanas.</p>
<p>Enquanto um dos games compara a candidata do PT ao Mario &#8211; e coloca José Serra como inimigo, no papel de um zumbi -, o outro jogo faz uma paródia com o recente &#8220;<a href="http://news.google.com/news/search?cf=all&amp;ned=pt-BR_br&amp;hl=pt-BR&amp;q=Serra+bolinha" target="_blank">evento da bolinha</a>.&#8221;</p>
<p>Conheça o <a href="http://www.gmfgames.com/dilma/" target="_blank">Dilma Adventures</a> e o <a href="http://jogos.uol.com.br/jogosonline/bolinha-de-papel-no-serra.jhtm" target="_blank">Bolinha de Papel no Serra</a>. Em uma eleição vazia como essa não é surpresa encontrar os dois principais candidatados à Presidência estreando joguinhos de humor na web&#8230;</p>
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		<title>Será o fim dos joysticks? Ainda não!</title>
		<link>http://www.thegamegirl.com/2010/07/sera-o-fim-dos-joysticks-ainda-nao/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 15:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como adiantado pelo TheGameGirl há alguns dias, o Kinect foi disponibilizado para teste no Brasil. O sensor para Xbox 360, cujo preço foi anunciado nessa terça-feira, nos Estados Unidos, custará 150 dólares. A Microsoft Brasil não confirmou qual será o valor cobrado pelo acessório em território brasileiro, tão pouco chegou a anunciar quando o aparelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_3947" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/07/kinect-pack.jpg"><img class="size-full wp-image-3947" title="kinect-pack" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/07/kinect-pack.jpg" alt="" width="500" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Kinect (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Como adiantado pelo<strong> TheGameGirl</strong> há alguns dias, o  Kinect foi disponibilizado para teste no Brasil. O sensor para Xbox 360, cujo preço foi anunciado nessa terça-feira, nos Estados Unidos, custará 150 dólares. A Microsoft Brasil não confirmou qual será o valor cobrado pelo acessório em território brasileiro, tão pouco chegou a anunciar quando o aparelho será lançado no mercado local. Vale a pena ressaltar, no entanto, que segundo Guilherme Camargo, gerente de Xbox 360 para Microsoft, o Kinect será encontrado nas lojas do país uma ou duas semanas após o seu lançamento mundial.</p>
<p>Sobre o sensor, o que tenho a dizer é que ele funciona. De verdade. Testei o jogo<em> Deca Sports Freedom</em>, da Hudson, e percebi que os comandos realmente respondem aos movimentos do corpo. Joguei duas modalidades: arco e flecha e patinação artística. A linha de aprendizado do game é curta, o que leva a crer que ele foi desenvolvido no objetivo de atender um público bastante abrangente e de todas as idades.</p>
<p>Para Dai Kudo, gerente de produtos da companhia nipo-americana, o mercado brasileiro é muito importante para a indústria de games global. O seu jogo, que ainda está na versão beta, deve ser melhorado a medida que a empresa tiver acesso ao feedback dos brasileiros que testaram o título durante o Festival do Japão.</p>
<p>O meu teste, em especial, ocorreu no escritório da editora JBC, um dia antes da abertura do evento. A análise geral é bastante positiva, já que o sensor funcionou bem ao longo de todo review. Vale lembrar, no entanto, que o aparelho teve de ser reiniciado algumas vezes, depois do jogo travar.</p>
<p>Não acho que o Kinect tenha a capacidade de colocar um fim definitivo aos joysticks. Pelo que percebi ao longo da jogatina, o sensor funciona muito bem para jogos casuais, mas não deve ter o mesmo desempenho para games complexos, cujos botões ainda são imprescindíveis.</p>
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		<title>Os 10 jogos que comprometem a produtividade no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 17:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos casuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns jogos casuais são realmente incríveis. Esse é o caso, por exemplo, do Line Rider, um jogo em flash que, literalmente, brinca com a nossa criatividade. &#8220;O jogo on-line Line Rider foi desenvolvido por Boštjan Cadež, um estudante universitário da Eslovênia, em 2006. Original, o game brinca com a criatividade do usuário, já que toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/04/pingu.jpg"><img src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/04/pingu.jpg" alt="" title="pingu" width="452" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-3876" /></a></p>
<p>Alguns jogos casuais são realmente incríveis. Esse é o caso, por exemplo, do <em>Line Rider</em>, um jogo em flash que, literalmente, brinca com a nossa criatividade. </p>
<blockquote><p>&#8220;O jogo on-line <em>Line Rider</em> foi desenvolvido por Boštjan Cadež, um estudante universitário da Eslovênia, em 2006. Original, o game brinca com a criatividade do usuário, já que toda sua jogabilidade é baseada em traços desenhados pelo próprio jogador. O game ganhou tanta popularidade no Google que entusiastas aproveitaram a ferramenta para criar filmes, muitos disponibilizados no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sZ4S-MYoQKQ&#038;feature=fvst">YouTube</a>.&#8221; </p></blockquote>
<p>Confira a lista que fiz para o <a href="http://veja.abril.com.br/blog/10-mais/diversao/os-10-games-mais-divertidos-para-jogar-no-trabalho/#ancoratopo">blog 10+</a>, da VEJA, e tente adivinhar de quem é o primeiro lugar ;p </p>
]]></content:encoded>
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