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	<title>The Game Girl, por Renata Honorato &#187; Kinect</title>
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	<description>Games sob uma ótica feminina</description>
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		<title>O outro brasileiro por trás do Kinect</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 13:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kinect]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista publicada originalmente no site de VEJA em 28/3/2011 Ele pensou o Kinect&#8230;em 1995 Claudio Pinhanez, cientista brasileiro e PhD pelo MIT, testou sensor na década de 90. “Se o custo dessa tecnologia fosse mais baixo, provavelmente teríamos lançado o aparelho na época”, diz. O Kinect veio ao mundo graças a um brasileiro, o engenheiro Alex [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entrevista <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/ele-pensou-o-kinect" target="_blank">publicada originalmente</a> no site de VEJA em 28/3/2011</em></p>
<p><strong>Ele pensou o Kinect&#8230;em 1995</strong><br />
<em>Claudio Pinhanez, cientista brasileiro e PhD pelo MIT, testou sensor na década de 90. “Se o custo dessa tecnologia fosse mais baixo, provavelmente teríamos lançado o aparelho na época”, diz.</em></p>
<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/04/Claudio-Pinhanez.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4167" title="Claudio-Pinhanez" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/04/Claudio-Pinhanez.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>O Kinect veio ao mundo graças a um brasileiro, o engenheiro Alex Kipman. O curioso é que há 15 anos, um outro brasileiro, o cientista Claudio Pinhanez, fazia experiências muito similares no laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT), renomada universidade americana, berço de grandes invenções. O sensor de movimento não é novidade para a comunidade científica, que estuda a tecnologia desde os anos 70. O conceito é pesquisado por especialistas da área de visão computacional e chegou a ser testado (como mostra o vídeo a seguir) em meados da década de 90. Pinhanez é cientista da IBM e PhD pelo MIT. As primeiras experiências no que viria a ser o “avô do Kinect”, conta, exigiam um computador no valor de 200.000 dólares. Ele destaca, no entanto, que a reação das pessoas ao interagirem com o acessório do Xbox 360, nos dias de hoje, é exatamente a mesma testemunhada ao longo de sua pesquisa no passado. “Estou vendo no mercado muitas das coisas que observamos em 1995. Não mudou nada!”, diz. Entusiasta das novas tecnologias, o especialista afirma ainda ter desenvolvido uma das primeiras plataformas de blog da web. Para se comunicar com os demais pesquisadores da universidade, Pinhanez criou um sistema simples, ainda sem o recurso dos comentários, capaz de permitir a publicação de mensagens de texto em tempo real. Nostálgico, lembra do feito: &#8220;Fui o primeiro a criar um diário on-line”. A reportagem de VEJA passou pelo rígido sistema de segurança da IBM para encontrar o cientista pessoalmente. Confira a entrevista a seguir.</p>
<p><strong>Como foi desenvolvida a tecnologia de sensores de movimento, utilizada atualmente no Kinect, por exemplo?</strong><br />
No MIT trabalhei com questões ligadas à tecnologia para a percepção humana, principalmente visão computacional. Criávamos interações através de câmeras que, acopladas a um computador, informavam ao sistema a posição e a atividade de pessoas monitoradas por elas. Quando minha sobrinha ganhou um Kinect, percebi que o equipamento fazia exatamente o que testávamos em 1995. A diferença é que na época era necessário uma computador de 200.000 dólares para processar o movimento captado pelas câmeras e repeti-lo na tela. Para se ter uma ideia, uma câmera como a usada no Kinect custava algo em torno de 15.000 dólares nos anos 90. Se o custo dessa tecnologia tivesse baixado, provavelmente teríamos lançado o sensor naquela época.</p>
<p><em>Assista a seguir ao vídeo de uma experiência realizada no MIT com o protótipo:</em></p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PaqPKnBe-Gc?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/PaqPKnBe-Gc?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>E o conceito do sensor de movimento já existia?</strong><br />
Sim. Esse conceito existe desde 1970, quando um pesquisador construiu um hardware só para isso. É claro que a ideia não era viável na época.</p>
<p><strong>O Kinect permite a interação do homem com a máquina por meio dos sensores. Essa conexão deve aumentar?</strong><br />
Essa é a história do homem. Estamos cada vez mais conectados aos dispositivos tecnológicos. O computador é uma extensão do nosso cérebro, assim como os óculos são extensões dos nossos olhos. Atualmente, meu conhecimento está armazenado em três lugares: no meu cérebro, no meu laptop e no meu caderno de anotações. É uma grande bobagem gastar os meus neurônio para guardar coisas que ficam melhor armazenadas em uma máquina.</p>
<p><strong>O senhor ainda usa um caderno de anotações?</strong><br />
Eu uso um bloco, porque a interface para fazer alguns tipos de anotações ainda não é boa o suficiente no computador. O bloco me permite preservar a cronologia das minhas ações e pensamentos.</p>
<p><strong>O senhor já foi premiado por obras artísticas que permitem a interação homem-máquina. Em sua opinião, a literatura vai mudar com livros e leitores digitais?</strong><br />
O romance, por exemplo, é uma narrativa linear e funciona bem no formato livro. Isso não vai mudar. O que surgirão serão novos gêneros literários, como o blog, que possui uma linguagem e uma estética próprias, que jamais poderão ser adaptadas para um livro. Pouca gente sabe, mas o primeiro diário on-line foi desenvolvido por mim, em 1994, no MIT. Foi uma experiência muito interessante, embora ainda não tivéssemos suporte para inserir um campo de comentários. Eu interagia com os leitores, a maioria do MIT, por e-mail.</p>
<p><strong>Em que projeto da IBM o senhor trabalha atualmente?</strong><br />
Quando comecei a pesquisar a relação homem-máquina lá no MIT, o computador era algo isolado do mundo. Com a internet, essa ideia desapareceu. Ao longo desse processo ocorreu algo que ninguém imaginava: a maneira como as pessoas passaram a interagir umas com as outras e com a informação mudou e empresas de serviços passaram a funcionar como mediadoras dessa comunicação. O Google é um bom exemplo. Eles prestam serviços, como e-mail e buscas. Por trás do gigantesco parque de servidores há pessoas comandando esse sistema. Trata-se de um sistema humano-computacional. Aqui na IBM pesquiso essa relação homem-máquina para evitar que sistemas travem a relação com o consumidor.</p>
<p><strong>Qual tecnologia mudará nossa forma de enxergar o mundo daqui a, digamos, vinte anos?</strong><br />
Não sei se isso acontecerá nos próximos vinte ou trinta anos, mas tenho visto pesquisas fascinantes lá no MIT. Atualmente, as coisas são construídas através de processos físicos e químicos, mas o mundo mudará radicalmente quando processos biológicos forem utilizados na construção de coisas. Será possível comprar uma planta que produza fibra de carbono. Tudo isso funcionará através da programação de células. No futuro, teremos um organismo trabalhando para criar materiais e elementos.</p>
<p><strong>Essas pesquisas já estão sendo feitas?</strong><br />
Um professor de lá já está tocando essa pesquisa. Claro que tudo ainda está muito no início. Pode parecer surreal, mas em 1970 era loucura dizer que três computadores em todos os Estados Unidos poderiam ser conectados através de uma rede. Já chegamos ao limite na informática. A próxima barreira é fazer com que sistemas humano-computacionais funcionem de forma mais orgânica.</p>
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		<title>Os melhores &#8216;hacks&#8217; do Kinect</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 13:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Kinect]]></category>
		<category><![CDATA[hacks]]></category>
		<category><![CDATA[kinect]]></category>

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		<description><![CDATA[O Kinect não só vendeu mais de oito milhões de unidades em apenas 60 dias &#8211; conforme anunciou, orgulhoso, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, durante a CES &#8211; , como também incentivou curiosos programadores a utilizarem o sensor para uma série de outras coisas legais. Os exemplos são inúmeros e estão disponíveis &#8220;a rodo&#8221; na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4066" title="kinect" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect.jpg" alt="" width="500" height="353" /></a></p>
<p>O Kinect não só <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/ces-na-falta-de-novidades-sony-aposta-no-3d-e-microsoft-no-kinect" target="_self">vendeu mais de oito milhões de unidades em apenas 60 dias</a> &#8211; conforme anunciou, orgulhoso, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, durante a CES &#8211; , como também incentivou curiosos programadores a utilizarem o sensor para uma série de outras coisas legais.</p>
<p>Os exemplos são inúmeros e estão disponíveis &#8220;a rodo&#8221; na internet. Escolhi, no entanto, um vídeo que compila alguns exemplos bem bacanas do que a câmera do Kinect pode fazer, quando usada para outros fins. Os créditos são da <a href="http://www.newscientist.com/" target="_self">New Scientist</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jEPuEDCpFOQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.youtube.com/v/jEPuEDCpFOQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O que os gamers têm a dizer sobre o Kinect</title>
		<link>http://www.thegamegirl.com/2010/07/o-que-os-jogadores-tem-a-dizer-sobre-o-kinect/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 03:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem abaixo e assista a reportagem :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique na imagem abaixo e assista a reportagem :)</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/multimidia/video/seguidores-de-veja-com-no-twitter-experimentam-o-kinect-para-os-games"><img class="aligncenter size-full wp-image-3963" title="video-veja" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/07/video-veja.jpg" alt="" width="500" height="272" /></a></p>
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		<title>Será o fim dos joysticks? Ainda não!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 15:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Honorato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como adiantado pelo TheGameGirl há alguns dias, o Kinect foi disponibilizado para teste no Brasil. O sensor para Xbox 360, cujo preço foi anunciado nessa terça-feira, nos Estados Unidos, custará 150 dólares. A Microsoft Brasil não confirmou qual será o valor cobrado pelo acessório em território brasileiro, tão pouco chegou a anunciar quando o aparelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_3947" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/07/kinect-pack.jpg"><img class="size-full wp-image-3947" title="kinect-pack" src="http://www.thegamegirl.com/wp-content/uploads/2010/07/kinect-pack.jpg" alt="" width="500" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Kinect (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Como adiantado pelo<strong> TheGameGirl</strong> há alguns dias, o  Kinect foi disponibilizado para teste no Brasil. O sensor para Xbox 360, cujo preço foi anunciado nessa terça-feira, nos Estados Unidos, custará 150 dólares. A Microsoft Brasil não confirmou qual será o valor cobrado pelo acessório em território brasileiro, tão pouco chegou a anunciar quando o aparelho será lançado no mercado local. Vale a pena ressaltar, no entanto, que segundo Guilherme Camargo, gerente de Xbox 360 para Microsoft, o Kinect será encontrado nas lojas do país uma ou duas semanas após o seu lançamento mundial.</p>
<p>Sobre o sensor, o que tenho a dizer é que ele funciona. De verdade. Testei o jogo<em> Deca Sports Freedom</em>, da Hudson, e percebi que os comandos realmente respondem aos movimentos do corpo. Joguei duas modalidades: arco e flecha e patinação artística. A linha de aprendizado do game é curta, o que leva a crer que ele foi desenvolvido no objetivo de atender um público bastante abrangente e de todas as idades.</p>
<p>Para Dai Kudo, gerente de produtos da companhia nipo-americana, o mercado brasileiro é muito importante para a indústria de games global. O seu jogo, que ainda está na versão beta, deve ser melhorado a medida que a empresa tiver acesso ao feedback dos brasileiros que testaram o título durante o Festival do Japão.</p>
<p>O meu teste, em especial, ocorreu no escritório da editora JBC, um dia antes da abertura do evento. A análise geral é bastante positiva, já que o sensor funcionou bem ao longo de todo review. Vale lembrar, no entanto, que o aparelho teve de ser reiniciado algumas vezes, depois do jogo travar.</p>
<p>Não acho que o Kinect tenha a capacidade de colocar um fim definitivo aos joysticks. Pelo que percebi ao longo da jogatina, o sensor funciona muito bem para jogos casuais, mas não deve ter o mesmo desempenho para games complexos, cujos botões ainda são imprescindíveis.</p>
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