Super Mario Art

Postado por: Renata Honorato | 12:58 13 de julho de 2010

Quem é vivo sempre aparece e eis que a escriba que vos escreve, enfim, surgiu das cinzas. Muitas coisas aconteceram nos últimos dias, entre elas a E3, uma das mais importantes feiras de games do mundo. Não cobri o evento em Los Angeles, como aconteceu em 2006, no entanto acompanhei todas as novidades anunciadas no início do mês; vou comentando-as aqui em doses homeopáticas.

StarCraft II chega ao Brasil e marca a estreia da Blizzard em solo nacional. O TheGameGirl esteve no evento organizado para a imprensa e viu como será a versão do jogo localizada para o português. Nenhuma novidade com relação ao World of Warcraft foi anunciada. Vale ressaltar, entretanto, que a companhia, cujo QG é em Irvine, na California, está apostando de verdade no país.

- A grande sensação de 2010 atende pelo nome de Kinect. O sensor de movimentos da Microsoft, exclusivo para Xbox 360, será lançado em novembro, mas estará disponível para teste no Brasil. A demonstração ocorrerá no próximo final de semana, durante o Festival do Japão, que ocorre no Centro de Exposições Imigrantes.

- E isso é só o começo! Confira abaixo esse vídeo incrível, resultado de um projeto de conclusão de curso de Andreas Heikaus, um artista alemão que apostou na tecnologia para homenagear o jogo The Super Mario Bros., lançado para NES.

E a guerra continua

Postado por: Renata Honorato | 01:08 4 de maio de 2010

O Wii, console mais popular do mercado, com mais de 66 milhões de consoles vendidos, vai ganhar uma nova versão, na cor preta, na América – o que inclui o Brasil. O modelo não é exclusivo e já pode ser encontrado como “edição especial” na Europa e no Japão.

O videogame, que chega às lojas por US$ 199, traz o jogo Wii Sports Resort e – adivinhem – o Motion Plus, acessório que melhora a performance do controle sem fio, aumentando sua sensibilidade.

O pacote será lançado no próximo dia nove e tudo leva a crer que a estratégia da Nintendo é fazer com que o Wii permaneça liderando o ranking de videogames mais vendidos, pelo menos até a Sony lançar o PlayStation Move, para PS3, e a Microsoft lançar o revolucionário Project Natal, para o Xbox 360.

E quanto ao Wii HD, hein? Alguma novidade? É uma pena o Wii ser tão grande ao ponto de impedir que um engenheiro da Nintendo perca um protótipo qualquer em algum bar nas proximidades de Kyoto. Haha.

Crédito//Foto: Flickr idiosyncratic

A árvore genealógica dos estúdios de games

Postado por: Renata Honorato | 11:35 26 de março de 2010

O mercado se movimenta e cada vez é mais difícil lembrar qual empresa pertence a qual grupo e quem foi comprado por Fulano, Sicrano ou Beltrano. Foi para refrescar a nossa mente que Eric Wall, do Games Are Evil, desenvolveu uma espécie de árvore genealógica dos estúdios de games, que explica a origem de grandes marcas e o destino de outras empresas importantes do segmento.

O Flow Chart no tamanho real você confere aqui, oh.

A explosão dos games sociais

Postado por: Renata Honorato | 00:03

Sarah Lacy

Certamente você já jogou ou ao menos ouviu falar no FarmVille, o tal jogo da “fazendinha” que enche de updates o nosso Facebook. Ele é aparentemente despretensioso, entretanto essa sua simplicidade já atraiu a atenção de, pelo menos, 80 milhões de usuários. Nada mal se pensarmos que a rede, a mais popular do momento, possui uma base de 400 milhões.

Mas que diabos têm esse jogo que faz com que milhares de pessoas em todo o mundo cultivem morangos e cerejeiras virtuais e as compartilhem com outras milhares de pessoas, muitas vez nem um pouco interessadas em frutas e agricultura? Certamente esse segredo a Zynga, desenvolvedora do FarmVille, guarda a sete chaves.

Quando joguei pela primeira vez a “fazendinha”, como o game é chamado por aí, todas as minhas amigas (repito: TODAS), mesmo aquelas que nunca mostraram o mínimo interesse em qualquer tipo de jogo, já tinham plantações completas e já compartilhavam entre si pimentas – o que descobri, mais tarde, se tratar do melhor custo-benefício – e alcachofras. Entrei no FarmVille porque meu chefe, um outro viciado no jogo – ele e outros executivos da empresa chegaram a montar uma tabela com os vegetais que mais davam lucro em um menor período de tempo – pediu uma matéria sobre o game. Como era impossível escrever sem antes “brincar”, fui, literalmente, obrigada a fazer parte da comunidade.

Não me empolguei e também não achei tão divertido, entretanto uma coisa era incontestável: o jogo estava chegando onde outros games não conseguiram chegar. Não precisou muito para que uma série de artigos sobre o FarmVille surgissem por aí. Era gente defendendo. Era gente metendo o pau. Eu procurava ficar encima do muro. O assunto “jogos sociais” invadiu a academia e já era possível encontrar intelectuais de renomadas universidades questionando o papel do título da Zynga na sociedade. Coisa de louco.

Os “Ville” tomaram conta do Facebook. Como que em um passe de mágica, apareceram o FishVille, o PetVille, o YoVille e por aí vai.

Segundo uma reportagem da BBC, 3/4 dos 400 milhões de usuários da rede, cria do precoce Mark Zuckerberg, jogam games sociais. De olho nessa base, muitos desenvolvedores se empolgaram para criar um jogo capaz de tornar ainda mais popular o termo “game social”.

Durante a GDC deste ano, por exemplo, muitos profissionais incitaram jovens designers a criarem um título icônico, a exemplo do que já aconteceu com outras plataformas. A ideia, reforçaram os especialistas, é desenvolver para o Facebook franquias de peso como Mario, Sonic ou Halo.

O desafio é grande, mas a indústria parece empolgada, pelo menos enquanto a moda não passar.

Há algumas semanas, encontrei a jornalista Sarah Lacy aqui no Brasil. Uma das colaboradoras do TechCruch, a americana, que cobre empresas start-up no Vale do Silício há 10 anos, falou sobre suas expectativas para o futuro dos games sociais e afirmou não acreditar em uma vida muito longa para o gênero. Fiquei perplexa com a declaração de Lacy, que na minha cabeça era uma entusiasta do segmento, bem como outros jornalistas acostumados a escrever sobre redes sociais e coisas do tipo.

Pensei sobre o que ela falou e questionei se os jogos sociais serão ou não apenas uma tendência passageira. É óbvio que não cheguei a uma conclusão muito clara, entretanto não se pode ignorar o fato de que milhões de pessoas neste mundo estão realmente se divertindo em suas fazendas virtuais, transformando o despretensioso FarmVille na porta de entrada para, quem sabe, o Mario ou o Halo do Facebook, como citou o tal especialista durante a GDC. Quem sabe!

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E mais um top 10 está no ar. Desta a vez “escolhemos” os jogos mais viciantes de todos os tempos. Só digo uma coisa: WoW está em 3º!

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E agora uma música inspirada no FarmVille para vocês se divertirem! Haha (rs)

Eu falei: ELAS jogam!

Postado por: Renata Honorato | 23:20 18 de janeiro de 2010

Saiu nesta segunda-feira, 18, no blog do Link, uma notinha deveras interessante sobre o perfil gamer em tempos de mídias digitais e convergência. O infográfico, publicado no site Online Education, traz uma série de dados importantes que apontam um significante crescimento do público feminino em um mercado até então dominado pelos homens.

Videogame Statistics
Source: Online Education

Crédito//Foto: Flickr icedsoul photography .:teymur madjderey