Girls don't cry

Postado por: | 17:04 20 de março de 2007

alguns posts falei um pouquindo sobre game music. O “gênero”, para quem conhece, mais do quem embalar momentos de tensão, emociona horrores. Duvida? Então escute um pouquinho a linda canção de Kingdom Hearts que “disponibilizei” logo abaixo.

Para saber mais sobre game music, acesse este site aqui, oh. Ou leia a edição especial da revista digital The Escapist, dedicada exclusivamente ao assunto.

Hikari-Kingdom (Orchestra Instrumental Version)

P.S Quanto a tattoo, sabe que estou começando a simpatizar com a idéia ;p

Tattoo rules

Postado por: | 15:04 19 de março de 2007

Sou suspeita, afinal amo tatuagens, entretanto vale ressaltar que quem tem coragem de marcar na pele – e para sempre – sua paixão pelos games merece, de uma forma ou de outra, o meu respeito. Só não sei se faria o mesmo (hihihi). Você faria?

Crédito//foto: Modblog, espaço dedicado as mais “excêntricas” modificações no corpo.

Namorados – mesmo que virtuais – que se cuidem!

Postado por: | 08:14 14 de março de 2007

A última expansão da franquia de sucesso de Will Wright, The Sims 2 Season (The Sims 2 Quatro Estações), traz uma surpresinha interessante aos fãs da série.

A trilha sonora do jogo de simulação ganhou nesta última edição uma versão Simlish, a língua dos Sim, da música “Smile”, interpretada pela cantora pop inglesa – e rebelde – Lily Allen.

Adorei!!!

Mesmo não sendo uma expert em The Sims, joguei a última expansão e gostei.

Seres extraterrenos e cia

Postado por: | 13:56 9 de março de 2007

Recebi um link nesta semana muito legal. Trata-se do primeiro comercial do Atari 2600, videogame lançado pela Polyvox em 1983, produzido pela DPZ.

Obrigada Marcus Chiado pela dica. Chiado edita a revista Jogos 80 e “manja” tudo da velha geração de consoles ;p

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=GkaaJUM1XPQ]

Hey, só não vale chorar, hein?

American way of life

Postado por: | 15:55 7 de março de 2007

Nesta semana o Brasil recebe a “ilustre” visita de Geoge W. Bush, presidente dos Estados Unidos. Como será impossível chegar perto de tal personalidade, visto o esquema de segurança montando em
razão do passeio “tropical” (Bush, esperto que é, trará água por precaução), separei alguns webgames divertidos para entrar no clima do (anti)imperialismo norte-americano.


The Anti-Bush Game


Bush Shoot-Out


Dancing Bush


Bush Invaders


Bush Royal Rampage


United We Dance


Bush Aerobics

Independência ou morte

Postado por: | 20:36 6 de março de 2007

Começou na última segunda-feira, 05, em São Francisco, Califórnia, Estados Unidos, a GDC, Game Developer Conference. O evento, atualmente, é considerado um dos mais importantes do segmento de games e deve, aos poucos, substituir a E3, mesmo tendo um foco bastante diferenciado; o público alvo, neste caso, são os desenvolvedores e não a imprensa.

Isso explica, em partes, o motivo pelo qual a cobertura dessa conferência não é tão intensa. O número de jornalistas brasileiros que se deslocam até a América é bem menor e o espaço dedicado ao evento em grandes veículos também.

Mas isso, em hipótese alguma, tira o prestigio do encontro que, a cada edição, cresce e chama a atenção de grandes players. Este ano uma das figuras mais importantes do mercado, o Shigeru Miyamoto, fará uma palestra onde, evidentemente, não contará aos convidados de onde tira tanta criatividade – e simpatia. No entanto não é preciso ser um gênio para afirmar que esse será um dos grandes momentos da conferência, né?

Uma das coisas legais que acontecem durante a GDC e que, sinceramente, gostaria de ver de perto é o Independent Games Festival (Festival de Games Independentes). A “festa” ocorre em paralelo ao evento principal e, segundo os próprios produtores, pode ser comparada ao Sundance Film Festival, renomado encontro no qual são exibidas algumas produções do cinema underground – e de baixo orçamento, conseqüentemente.

O festival, que já está em sua 9º edição, é dedicado, particularmente, a desenvolvedores que ainda não fazem parte do mainstream e que não possuem produtores/distribuidores para seus jogos. Os melhores trabalhos, todos julgados por uma equipe especializada de profissionais da área e acadêmicos, são premiados, de acordo com sua categoria, e divulgados durante uma apresentação solene.

O bacana de toda essa movimentação é a chance de conhecer títulos que jamais chegariam ao público final caso não existissem festivais segmentados. É mais ou menos como acontece com a música. A cena underground existe, todos sabem disso, mas o acesso de profissionais a esse material, mesmo com o advento da web, ainda é restrito graças a mentalidade retrógrada de algumas gravadoras.

Agora a batata-quente da democratização da criatividade “in-game” está em nossas mãos (vulgo imprensa). Afinal, se a música indie, de um jeito ou de outro, conquistou o seu espaço, agora só falta alocar em uma caixinha especial os indie games, não? Eu voto SIM!


Castle Crashers – game que concorre na categoria Arte Visual

Mais sobre o The 9th Annual Independent Games Festival aqui, oh!

Miss Video Game

Postado por: | 22:14 22 de fevereiro de 2007

Estereotipo. Não é difícil encontrar milhões deles para as meninas que confessam jogar videogames. Eu não ligo muito para isso, já que sou uma geek assumida, mas há quem realmente se ofenda com as piadinhas de mau gosto, comuns em rodas de amigos.

Para acabar de vez com a lenda de que somente meninas feias e mal amadas gastam tempo com World Of Warcraft, Guitar Hero, Counter Strike, God of War ou qualquer outro jogo bacana, uma galera bem espertinha anda organizando um concurso bastante inusitado: o Miss Video Game.

É isso mesmo. Um concurso de beleza voltado, especificamente, para garotas que se amarram em uma jogatina. Ao todo são mais de 300 candidatas, dos mais diversos países. Infelizmente nenhuma brasileira entrou na parada, pelo menos não neste ano. Bem que na próxima edição as game girls from brazil podiam sair do casulo, né? Juro que faria uma mega divulgação por aqui. Afinal, é preciso defender a classe ;p

Bem, andei fuçando o perfil das concorrentes e tem muita menina inscrita que faz jus ao nome do concurso. Claro que algumas, penso eu, acham que o Wii é de comer (haha). Anyway, melhor deixar o veneno de lado, né?

A grande final acontece em Montreal, Canadá, e o prêmio para a vencedora será uma mega viagem para Cabo San Lucas, no México. A moça sortuda ainda ganha, de lambuja, um ensaio produzido por um fotógrafo profissional. Coisa fina.

Segundo o site oficial do MVG (eles têm até uma sigla “responsa”), o objetivo da iniciativa é:

1- Mostrar o talento das meninas e a diversidade do público gamer;
2- Criar um perfil positivo para as garotas que estão começando a jogar;
3- Quebrar o estereotipo de que jogadores do sexo masculino predominam a indústria;
4- Criar um ambiente amigável e favorável para as garotas.

Eu adorei! Escolham suas candidatas e votem agora mesmo.

Obrigada pelo link, Mr. Manson (hoho) ;p

Uau!

Postado por: | 17:50

O blog Game Life, da revista norte-americana Wired, publicou recentemente um post deveras interessante. Segundo um estudo britânico, mulheres que jogam videogame fazem mais sexo do que as que não jogam.

O que vocês, game girls, dizem a respeito? Será que o mesmo acontece com os homens?

Mais aqui, oh!

Blogar é preciso

Postado por: | 18:32 13 de fevereiro de 2007

Mais uma empreitada da escriba que vos fala ;p

Blig Second Life

É Renata Ock, meu alterego, “curtindo a balada” também no mundo virtual!

Crédito//Imagem: Flickr milady Guillaume

Qual é a música?

Postado por: | 02:46 7 de fevereiro de 2007

Há algum tempo queria abordar a fusão games e música por aqui. Primeiro porque amo música e sou traumatizada por nunca na vida ter tido uma banda (agora vocês entendem meu apreço especial pelo Guitar Hero, né?) e segundo por fazer dos games meu ganha-pão.

Quando comecei a me aventurar por essa vertente meio maluca que é o jornalismo de games, escutei de um amigo algo que só agora, quase três anos depois, passa a fazer um certo sentido. Escrever sobre jogos é “cool”, “cult”, “descolado” e está “na moda”. Okay, sempre odiei os tais modismos e, confesso, já pertenci ao lado extremista da força (com direito a voto para o PSTU e o escambau). Mas agora, aos “vinte e poucos”, e tendo muitos, muitos, mas muitos jogos para comprar comecei a curtir essa tal idéia.

E a curtição nada tem a ver com as recentes abordagens feitas por gente bacana, que reconhece nos games mais um braço da arte moderna. E nem pelo fato de hoje conseguir entrevistar o Ministro da Cultura ou seus Secretários para falar – quem diria – sobre GAMES. A mudança é ainda mais complexa. Os jogos fazem parte da vida social de um grande percentual da população e entraram definitivamente no hall da fama.

Ah, minha gente, e isso é ótimo!

Tá, mas onde entra a música nessa filosofia toda? Bem, a música atualmente entra em tudo. Nunca tantas bandas cederam (ou venderam) direitos autorais para produtoras de games incluírem em suas trilhas músicas inéditas – ou não; nunca se produziu e divulgou tantas trilhas sonoras exclusivas de jogos; nunca um espetáculo como o Video Games Live deu tanto o que falar; nunca tantos novos artistas buscaram nos games inspiração musical para suas obras. É uma coisa surpreendentemente maluca.

Como reflexo dessa fusão genuinamente perfeita, a revista The Escapist dedicou toda a edição de número 80 ao assunto. Mais do que questionar o papel da música nos games de uma maneira simplista, a publicação citou “os caras” que estão por trás, nos bastidores, e revelou quem são os compositores responsáveis por parte de alguns trabalhos memoráveis.

Não vou negar que enlouqueço (no bom sentido) quando um jogo traz uma seleta lista de bandas bacanas (caso do Guitar Hero, por exemplo), entretanto tenho que confessar que algumas canções exclusivas marcam a memória e fazem brotar a saudade sempre que escutadas em outras ocasiões. Não vale tomar como referência Super Mario ou Sonic, afinal eles já entraram para a história. É preciso ressaltar a genialidade de quem cuidou das trilhas de We Love Katamari (Katamari Damacy), LocoRoco, God of War, Final Fantasy, Shadow of the Colossus, Wario Ware e, claro, Kingdom Hearts, cuja “canção-tema” – termo que acabei de inventar – é a mais linda de todos os tempos.