Bolsas, brincos etc e tal

Postado por: | 17:54 22 de maio de 2009

Adoooro quando o background cor-de-rosa desse blog faz jus aos mimos de garotas postados aqui. Foi por meio da querida Ana Franco (sim, aquela mocinha que foi designer da EGM e hoje faz um excelente trabalho na Editora Abril) que conheci o site SuperFreak’a _Pop COOLture_, cheio de “coisinhas” que meninas amam.

A coleção “Old is Cool“, por exemplo, traz uma bolsa linda em formato de Game Boy. Isso sem falar nos brincos “Mario’s Phantons” e no colar “Atari Control”. Não é um luxo?

O chaveiro “I’m Geek”, no formato de um joystick do Super NES, também é incrível, assim como os anéis do “Space Invaders”. Gostou? Bora comprar o presente do Dia dos Namorados, oras ;p

Detalhe: o preço é justo. SUPER recomendo.

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E como toda sexta-feira, mais um Arena News para vocês!

5, 4, 3, 2….1!

Postado por: | 14:50 21 de maio de 2009

“Manhê, não consegui salvar o jogo!”. Talvez essa seja a reclamação mais coerente das futuras vítimas do GameDr, uma espécie de cronômetro que, acoplado a uma tomada, pode cortar a energia que mantém ligado o videogame após “x” minutos.

O dispositivo, que será lançado em 2010, pode parecer cruel para os gamers que ainda não podem tomar conta de suas vidas, entretanto o aparelho chega como uma última esperança às mães que tentam, a todo custo, fazer com que seus pupilos comam, durmam e até tomem banho.

O GameDr possui um alarme que é acionado nos últimos 10 minutos de alegria. Um minuto antes do videogame ser desligado, o aparelhinho ainda libera o último aviso.

Já estou até vendo um monte de garotas comprando o “brinquedinho” para seus namorados! :-)

ONG associa violência contra a mulher aos games

Postado por: | 11:28 20 de maio de 2009

A organização Women’s aid, do Reino Unido, liberou há dois anos um vídeo para lá de preconceituoso. Na campanha, um homem  jogando videogame, o “GTA: Vice City”, para ser mais exata, agride uma mulher depois que ela tenta chamar sua atenção. Os closes no gameplay do jogo, na embalagem do título e na expressão insana do rapaz tornam bem clara a mensagem: “Games tornam maridos violentos e agressivos”. Oras, oras.

O nome do vídeo é “Enough” e os comentários publicados sobre ele criticam sua visão tendenciosa. É o caso, por exemplo, do usuário s0nnyburnett. “Esse comercial passa uma mensagem errada. Sem os banners, exibidos no final do vídeo, muitas pessoas poderiam pensar que o objetivo da campanha é associar a violência aos games”, disse ele. Será que essa não era a intenção real?

Imaginem a chacina que seria o final de uma sessão de um filme de guerra, hein? Penso em algo pior que os cenários grotescos de “Resident Evil 5″. Falando nisso, é melhor não deixar meu namorado jogar RE; de repente ele inventa de querer comer o meu cérebro. HAHA!

Imagem//Crédito: Getty Images

Top 10

Postado por: | 23:33 19 de maio de 2009

E o tema desta semana é “As piores adaptações dos games para o cinema”. Espero que gostem!

E agora também em HD, claro.

Games invadem o jornalismo

Postado por: | 16:10 18 de maio de 2009

E não estou falando do crescimento no número de jornalistas escrevendo sobre games, não. A nova tendência dá conta da utilização dos jogos para noticiar, dando ao leitor uma função ativa – e não passiva – na interpretação de uma reportagem.

Essa pode ser a melhor solução para o jornalismo online, que segue sem um formato ideal, copiando e colando – literalmente – o conceito do veículo impresso.

O “newsgame”, como o gênero está sendo batizado por aí, tem sido objeto de estudo por inúmeros comunicólogos no mundo, principalmente nos Estados Unidos.

Esse é o caso, por exemplo, de Nick Diakopoulos, um pesquisador da Georgia Tech Journalism and Games Project (Instituto Tecnológico da Geórgia) que tem acompanhado a evolução do “newsgame” e sua aceitação nas redações.

Algumas experiências parecem ter sido bem sucedidas. Esse foi o caso do jornal The New York Times que, em meados de 2005, publicou o “Class Matters”, uma espécie de protótipo de um “newsgame” que atraiu a atenção dos estudiosos.

Em termos práticos, o “newsgame” é para os games, o que o documentário é para o cinema. Uma linguagem similar, utilizada com o intuito de informar e não somente de entreter.

E os jogos podem muito bem, num futuro bem próximo, substituir os infográficos. Sua característica hipermidiática permite que o profissional de comunicação utilize várias linguagens ao seu favor, a fim de transmitir em sua totalidade o maior número possível de detalhes acerca de um fato específico.

Seria, então, a revolução do jornalismo online? Talvez!

Segundo Sergio Goldenberg, pesquisador do John S. and James L. Knight Foundation, as redações ainda não estão preparadas para tamanha mudança. O primeiro impeditivo, de acordo com Goldenberg, é a infra-estrutura. Sem uma célula específica para desenvolver essas hipermídias é impossível criar um produto que atenda às expectativas dos editores e, claro, do leitor. O estudioso ainda levanta outra discussão pertinente: é preciso que os profisisonais possuam habilidades específicas. Ele comentou, inclusive, sobre a criação de novos cargos como o Flash Jornalista, um cara que tenha expertise para programar em Flash, sem esquecer, evidentemente, o feeling jornalístico.

O conceito vanguardista pode não vingar, confesso, mas como profissional da área, atualmente estudando hipermídia, a ideia proposta pelo “newsgame” é bastante condizente às necessidades do jornalismo online, que enfrenta um momento delicado, onde grandes corporações, como é o caso do The New York Times, estão quebrando.

O site “Play the News” é um dos melhores cases na internet. Ele oferece muitas opções, separadas por editoria, de jogos online baseados em fatos reais. Desenvolvido pela empresa Impact Games, os títulos possuem contextos noticiosos. Um ótimo exemplo é o jogo que dá conta dos rumores do divórcio da Madonna, fato que estampou capas de jornais há alguns meses.

O jornalista Tiago Dória publicou em seu blog, no mês passado, um post sobre um “newsgame” brasileiro. Desenvolvido pela revista Super Interessante, o objetivo do jogo é mostrar aos leitores como as máfias estão se globalizando. E essa não foi a primeira vez que a revista fez uso do gênero; em outra ocasião a redação da Super Interessante apostou em um jogo online para explicar como a ciência ajuda a solucionar crimes. Isso que é se comportar como um trendsetter de respeito. Sucesso!

Como podem perceber, o assunto rende. Para quem quiser se aprofundar no conceito que, acreditem, é fascinante, vou deixar uma listinha de links legais. Espero que gostem.

- News Games
- Newsgaming.com
- Play The News
- Games and journalism: Now that journalism is in trouble, why not play with it?
- Desafio de Craques, um dos bons newsgames produzidos no Brasil

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A imagem, a propósito, é do Flickr Reintji, que traz uma visão bastante peculiar de joysticks, consoles etc. Adorei!

Arena News

Postado por: | 14:42 15 de maio de 2009

Uhu! Mais um Arena News saindo do forno. E desta vez com novidades acerca do “The Beatles: Rockband”. SUCESSO!

Top 10

Postado por: | 14:15 14 de maio de 2009

E o tema desta semana é “games que, de tão bonitos, não despertam a curiosidade de jogá-los”.

PS. E agora com um áudio decente ;p

Ah, sim, e a versão HD!

Video Game Girls Burlesque

Postado por: | 11:53

Ficou confuso? Bem, eu explico! “Burlesque”, ou “Burlesco” em português, é um gênero teatral que surgiu no século 19 em Nova Iorque, nos Estados Unidos 17 na Itália e França e, mais tarde, se popularizou nos Estados Unidos. Na época, moças bonitas, com pouca roupa – e menos vergonha ainda -, dançavam, cantavam, mostravam o “corpitcho” e, evidentemente, contavam piadas sujas.

Aposto como você ainda não conseguiu entender a relação do teatro burlesco com os games, né? Bem, é que no início do mês, em Los Angeles, aconteceu um evento bastante curioso apelidado de Video Game Girls Burlesque. A festa foi realizada em um lugar curioso chamado Bordello Bar.

A materialização do sonho nerd de qualquer gamer contou com a apresentação de garotas bonitonas fantasiadas de Princesa Peach, Princesa Zelda, Chun Li e BloodRayne. Um sucesso!

Gostou da ideia? Então confira a galeria completa no LA Weekly.

PS. Muito obrigada pela correção, Pattoli.

Pra nerd nenhum botar defeito

Postado por: | 14:23 12 de maio de 2009

Você já tentou digitar o código da Konami em algum site qualquer para ver o que acontece? Nem eu!

Bom, o que rola é o seguinte: alguns programadores esconderam esse código em sites diversos, geralmente associado a alguma ação. Quem descobriu esse “achado” foi um cara que, assim, do nada, digitou o código enquanto acessava a página da ESPN. Depois de digitar o clássico cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A e enter, uma imagem para lá de psicodélica foi exibida sobre toda a home do site. Muito curioso!

Depois que a notícia invadiu a internet foi descoberto que outros sites também fazem essa brincadeira com o tal código; no Konami Codes Sites, por exemplo, todos esses endereços são listados. Até Facebook, Google Reader e Digg entraram na brincadeira. Vejam só:

Demais, né?

Arena News

Postado por: | 20:04 8 de maio de 2009

Divirtam-se!

Ah, claro. Em HD também :-)