Salve! Salve!

Postado por: | 16:09 29 de abril de 2008

A semana anda agitada, hein? O lançamento do “GTA IV”, considerado um dos principais títulos do ano, deu uma reviravolta no mercado que, em minha opinião, andava meio morninho.

O jogo foi destacado pela Reuters e em um vídeo divulgado pela renomada agência de notícias, o fato de poder “bater em policias e dirigir embriagado” ganhou uma super atenção, como já era de se esperar.

Não se fala em outra coisa. O blog Joystiq, por exemplo, não mediu esforços e dedicou mais de 90% dos posts desta terça-feira ao game.

Ainda não se sabe ao certo quando o novo GTA chegará ao Brasil, entretanto as especulações dão conta de uma provável data: 10 de maio. Todas as lojas online brasileiras estão dizendo que poderão entregar o jogo a partir do dia 15, com exceção da FNAC, que promete mandar o título ainda no próximo dia 05.

Falei com o Vinicius Marques, da NC Games, por MSN e, segundo ele, a importação de GTA anda meio enrolada, em virtude da crise que assola o mercado norte-americano. Parece que já era para o jogo ter sido despachado, entretanto até agora nadinha, nadinha.

Essa tempestade de notícias acerca do jogo me faz lembrar o lançamento do “San Andreas”. Minha mãe nunca tinha tido contado algum com o game, mas fez um feliz e engraçado comentário, enquanto passava a tarde de um sábado “enclausurada” no quarto: “Vai, filha, rouba o carro dele”. Adoooro!

Apesar de algumas pessoas dizerem por aí que GTA é “jogo de menino” (essa é pra você Bueno…hihihi), estou aqui para afirmar o contrário. Veja abaixo cinco motivos para gastar algumas horinhas com o game:

1- É muito legal roubar carros (virtualmente, okay, puritanos?);
2- Faz um bem danado para a TPM sair detonando tudo por aí (REPITO: virtualmente. É bom avisar antes que o Ministério Público queira me mandar para o xilindró);
3- O roteiro é muito bem elaborado;
4- A trilha sonora é indiscutível;
5- Somos humanos, oras. Humanos são maus. Por que acham desenvolveram um jogo chamado “Destroy all Humans”?

Bem, é isso! Eu ainda não tive a felicidade de colocar as mãos na “belezinha”, mas aguardo ansiosa pela ocasião.

E vocês viram que um “mano” quebrou tudo na Livraria Cultura, ali na região da Avenida Paulista, aqui em Sampa, com um TACO DE BEISEBOL? Será que ele jogava “Manhunt”?

Ahhhhh, já ia esquecendo: O ator Zach Braff atualizou o seu blog (só consegui ler o post por meio do MySpace) e comparou o último episódio do Scrubs, que vai ao ar no próximo dia 8 nos EUA, ao “World of Warcraft”. Gosh! Será que ele faz parte da “tchurma” que passa o dia matando orcs? lol

Sex machine

Postado por: | 15:41 18 de abril de 2008

Ulálá! O clima anda esquentando nesse nosso peculiar mundo dos games. Os jogos eróticos, embora ainda não tenham alcançado a popularidade, estão crescendo e ganhando espaço na mídia. Vistos há alguns anos como um “território proíbido”, os games com temática adulta estão presentes no mercado desde 1983 e, ao longo dos últimos 25 anos, passaram de 22 lançamentos anuais para 549 em 2007.

O ocidente, particularmente, não tem muito conhecimento desse gênero, entretanto no Japão, onde o mangá e o hentai movimentam positivamente o mercado editorial, a popularidade dos jogos eróticos é muito maior. Vale ressaltar, entretanto, que o crescimento no número de lançamentos não significa, necessariamente, a explosão de uma indústria segmentada. Para ganhar notoriedade e credibilidade as empresas responsáveis por esses jogos precisam se adequar aos novos padrões e, principalmente, “ocidentalizar” esses games.

Existe uma preocupação moral e certa resistência do próprio público com os jogos eróticos. A sociedade ainda não consegue separar o “joio do trigo” e coloca o estilo no mesmo polêmico “balaio” da pornográfia. Esse fato faz com que a penetração – sem pensamentos maliciosos! – do gênero fique ainda mais limitada, transformando um erro de interpretação em um muro capaz de separar as produtoras desses jogos do resto da indústria.

Segundo o site japonês August Dojin Data Base, o ano em que ocorreram mais lançamentos do gênero foi em 2003, quando 599 títulos chegaram ao mercado. Esse levantamento engloba todas as plataformas e abrange, principalmente, o Japão.

Ainda em 2003 uma notícia atiçou o libido dos entusiastas. O jogo “Lula 3D”, onde a protagonista é uma produtora de filmes eróticos, foi anunciado pela CDV, uma desenvolvedora alemã. O game para PC foi lançado em 2004 na Europa e em 2006 nos Estados Unidos. Pouco se ouviu falar do jogo após a sua estréia, entretanto o título ganhou destaque na mídia especilizada graças a sua temática “ousada”.

Um outro jogo curioso atende pelo nome de “Red Light Center”, um Massively Multi-User Reality, onde o objetivo é cair na balada e, claro, abusar da “vida adulta”. O título lembra um “The Sims”, entretanto traz um enredo deveras “caliente”.

Para fomentar esse segmento mercadológico, em 2006 foi realizado, nos Estados Unidos, um encontro cujo objetivo principal era discutir o assunto. A “Sex in Games Conference” aconteceu no mês de junho e gerou muita mídia espontânea. O evento ganhou destaques no The Guardian e teve cobertura – quem diria! – da revista “geek-cool” Wired.

Se a indústria de jogos eróticos “acertar a mão e não errar o ponto”, certamente o gênero deve crescer e, quem sabe, andar lado a lado com o cinema. Vale ressaltar que para tanto é preciso maturidade das desenvolvedoras para que o bom senso seja sempre “item idispensável” nesses games.

1984

Postado por: | 18:33 8 de abril de 2008

Quem leu o livro de George Orwell, escrito em 1948, vai fazer um paralelo interessante entre o título (também nome da obra) do post e a notícia que vou citar logo em seguida.

Bem, saindo da literatura e voltando para o mundo dos games, o que gostaria de avisar aos leitores desse fofo blog é a versão brasileira de um reality show cujos principais personagens serão os jogadores.

A propósito, vocês estão acompanhando o Play Us no Multishow? Trata-se de uma espécie de BBB que retrata a vida de um time de Counter-Strike feminino suéco chamado “Les Seules”. Eu ainda não consegui assistir, mas ao longo da semana prometo que vou dar uma “espiadinha”.

O BBB Gamer tupiniquim se chamará Gamers Life e, diferente do “Play Us”, será exibido na internet. Assim como o reality do Multishow, o programa acompanhará a rotina dos jogadores. A versão brasileira também não será focada em um time só; as inscrições estão abertas para qualquer interessado e melhor: “é tudo na faixa”. A fase de testes ainda não começou, mas pelo que tudo indica o pontapé incial está bem próximo.

Conversei com o pai do programa pelo MSN e ele me afirmou que logo deve aparecer também uma versão feminina para esse reality show brasileiro. Demais, não?

Engraçado como ser vigiado, definitivamente, entrou na moda, né? Eu acho interessante, mas confesso que algumas vezes tenho um certo medinho desse “mundo moderno”. Haha!


“Les Seules”

Dando um trato no visual

Postado por: | 19:36 27 de março de 2008

Enquanto uns se amarram em customizar personagens em jogos (o meu caso, por exemplo), outros – vulgo preguiçosos – preferem PAGAR para personalizar avatares.

Eu nem sabia que esse tipo de “business” existia por aí, entretanto um post do Kotaku provou o contrário. Um mocinho esperto, conhecido fóruns afora como Bobby Bobby, vem ganhando uma graninha legal transformando Mii’s, aqueles avatares simpáticos do Wii, na imagem e semelhança de seus donos. Um sucesso! Pelo trabalho, o designer cobra US$ 7.99, um valor modesto e até justo pelo esforço.

Bobby Bobby é conhecido na comunidade e bastante popular. Encontrei há pouco um trabalho engraçadinho do moço em uma espécie de fórum de Mii’s: ele reproduziu o Sonic, personagem clássico da Sega, um dos principais concorrentes do baixinho italiano Mario, da Nintendo. Muito bom!

O designer confessou que, embora nunca tenha sido fã da série do ouriço azul, foi divertido bater nele até a morte em Smash Brothers Brawl. Engraçadinho o rapaz, né? ;p

Ainda no MiiPlaza.net encontrei uma série de personagens “adaptados” pelo moço. Além do universo dos games, Bobby Bobby aproveitou seu “talento” para transformar ícones dos quadrinhos, cinema, literatura e música em Mii’s. Uma graça!!!

Escolhi os que mais simpatizei. Reparem no Edgar Allan Poe, no Doug Funny, no ALF e no Scooby Doo :@)


Edgar Allan Poe


Doug Funny


Alf, o ETeimoso


Scooby Doo

Up up down down left right left right B A start

Postado por: | 16:20 20 de março de 2008

Há alguns dias postei um trecho de uma música da trilha sonora do filme Juno e os leitores queridos desse blog repararam que o cheat code citado na canção é o clássico “cima cima, baixo baixo, esquerda-direita, esquerda-direita, botão B, A e Start” da Konami. O código, para quem já passou dos 18, liberava vidas adicionais no jogo Contra. Curioso, não?

O mais engraçado é que dia desses estava “viajando” na net sem compromisso e achei uma banda engraçada cujo nome é Up up down down left right left right B A start. O grupo de New Jersey, Estados Unidos, confessou em uma entrevista que tamanha inspiração veio da geração 8bit e completou: “Jogamos muito Nintendinho quando crianças. Éramos nerds”.

E para quem custa acreditar que uma banda pode mesmo ter um nome como esse, seguem as provas:

All Music

My Space

Adorei!

Crédito//Foto: Flickr hoveringdog

Pequeno notável

Postado por: | 15:21 11 de março de 2008

Desde quando a Sony inventou de lançar um portátil, em meados de 2004 no Japão e só em 2005 nos Estados Unidos, confesso que fui um tanto quanto arredia a idéia. Achei que mudaria de opinião ao primeiro contato com o PSP, entretanto as impressões foram negativas mesmo após um barril de elogios vindos do outro lado do mundo.

Quando fui à E3, em 2006, conheci o divertido “LocoRoco” e só então comecei a olhar para o brinquedinho com menos antipatia. Ano passado, durante as férias, percebi que andar pelas ruas das cidades européias com meu DS a tiracolo era démodé, visto que a febre do lado de lá do Atlântico era, quem diria, o portátil da Sony. Pensava no metrô: “Ué, o que esse povo vê nisso, hein?”.

Bem, mas eis que um dia…

…assim, do nada, sou apresentada “pessoalmente” ao “God of War: Chains of Olympus”. Sabia que iria achar bacaninha o jogo, afinal “God of War” foi, derradeiramente, o último grande game do Playstation 2, pelo qual, inclusive, perdi noites de sono. Comecei desconfiada, fitando de rabo de olho aquele Kratos que mais reproduzia o carequinha bombado dos títulos anteriores, entretanto, após 10 minutos de jogatinha, comecei a perceber que estava realmente gostando da coisa. Tinha de voltar ao trabalho, mas pensava: “Só mais um monstrinho!”.

Os minutos foram passando a velocidade da luz e a vontade de largar o PSP diminuindo. A jogabilidade perfeita e a sensação de conforto frente aos controles do portátil formavam um conjunto perfeito, principalmente se aliados aos gráficos impecáveis daquela “coisinha”. A experiência era incrível.

Embora seja um braço da franquia que fez nome no Playstaion 2 aos “45 do segundo tempo”, a versão para PSP demonstra um cuidado especial no desenvolvimento. Quem busca no portátil um “remake” pode ir “tirando o cavalinho da chuva”; “Chains of Olympus” sabe como explorar toda a capacidade do portátil, mostrando que as plataformas móveis podem oferecer muito mais do quem vêm oferecendo atualmente.

A versão de “God of War” para PSP vem sendo avaliada positivamente e deve se consolidar como um dos melhores – se não o melhor – jogo para o portátil. O Game Girl assina embaixo e enfatiza: “Kratos é tudo, gurias”.

Momento "ploft ploft"

Postado por: | 14:06 6 de março de 2008

Quem assistiu ao longa mais fofo dos últimos tempos, o Juno, deve lembrar da canção “Anyone Else but You”, do The Moldy Peaches, interpretada pelos personagens Juno e Paulie Bleeker, papéis de Ellen Page e Michael Cera, no finalzinho do filme.

Okay. Agora você deve estar pensando: “Por que essa maluca está postando algo do tipo se o blog fala de games?”. Pois bem, explico. Após escutar um trilhão de vezes essa música, reparei em uma estrofe deveras especial onde são citados os famosos – e algumas vezes polêmicos – cheat codes. Duvida? Juro! Vejam isso:

” Up up down down left right left right B A start
Just because we use cheats doesn’t mean we’re not smart
I don’t see what anyone can see, in anyone else
But you”

Vocês acham que a Juno tem jeito de quem joga videogame? Eu voto sim!

Qual o plano para esta noite, girls?

Postado por: | 19:31 4 de março de 2008

…dominar o mundo, consigo ouvir o coro. Então, mulherada, não é que uma major resolveu fletar com o mercado com um olhar feminino – e glamouroso. Recebi hoje do amigo Rafa uma dica deveras interessante que dá conta de uma bolsa de estudos “trilegal”, como diriam os amigos de POA.

O lance é o seguinte: a Sony, de olho no potencial das meninas que, SIM, se amarram em uma jogatina, resolveu criar uma espécie de bolsa de incentivo na área de desenvolvimento de games, especificamente, para mulheres. A idéia da multinacional é, evidentemente, criar jogos que, cada vez mais, se adeqüem ao perfil feminino.

Uma pesquisa realizada pela empresa serviu de embasamento para a realização dessa ação. Ainda de acordo com o estudo, os números apontados pelas entrevistadas (todas estudantes de Game Art & Design, Visual & Game Programming e Visual Effects & Motion Graphics) foram decisivos na hora de “bater o martelo”.

Segundo o levantamento, 61% das garotas que fizeram parte da pesquisa acreditam que o domínio maculino do mercado “desencoraja” as meninas a pensarem em seguir carreira; 42% gostaria de ver mulheres liderando projetos na área de desenvolvimento de games; 35% desejaria ver mais games voltados ao público feminino e 31% gostaria que mais mulheres representassem a indústria.

O projeto da Sony começa no próximo dia 1º de abril (e a gente espera que não seja mentira, né?), e além da bolsa de estudos no valor de US$ 10 000, as mocinhas geeks ainda poderão “estagiar” na própria empresa.

O G.I.R.L (Gamers in Real Life), como foi batizado o programa, tem um blog fofíssimo. Oh! Oh!

Crédito//Imagem: Getty Images

Música contemporânea

Postado por: | 18:16 26 de fevereiro de 2008

Vi esse vídeo no YouTube e achei incrível. As notas musicais são todas produzidas em softwares que rodam em um Nintendo DS e em dois iPhones. Adivinhe que jogo está no portátil? Electroplankton, é claro!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Mh0VX74alwk&rel=1]

Depois da tempestade, a bonança

Postado por: | 19:55 21 de fevereiro de 2008

A última semana foi caótica. O Campus Party mudou a rotina de todo mundo e, certamente, deixou um ar de nostalgia na Bienal do Ibirapuera. Infelizmente não consegui passar a semana inteira por lá; acabei visitando o evento somente na sexta, sábado e domingo.

A área dos games foi a que mais chamou a atenção do público depois do espaço dedicado ao software livre. E, claro, o que não faltaram foram manifestação acerca do caso “Counter-Strike”. O jogo foi retirado da programação oficial do evento em virtude da decisão judicial que proibiu sua venda no Brasil há pouco mais de um mês.

Por todo o pavilhão era possível deparar-se com cartazes e adesivos que pediam pela liberação do game nas dependências. A galera carregava sem censura os dizeres e circulava pelas bancadas onde, evidentemente, havia pessoas jogando o… “Counter-Strike”. Eu achei ótimo!

Era divertido acompanhar algumas partidas. Os meninos tinham gritos de guerra e quebravam o raro silêncio que tomava conta do local à noite. Eu realmente queria saber como era o clima durante as madrugadas por lá.

Assisti algumas palestras, trabalhei bastante, tirei muitas fotos e encontrei amigos. Fiquei por dentro dos “babados” e descobri que até contrabando de “vódega” aconteceu durante o Campus Party. Coisa de louco!

O mais bacana do evento, em minha opinião, foi a miscigenação de tribos. Andando pelos corredores da festa – por que o clima era de festa mesmo – pude esbarrar em nerds clássicos (aqueles que usam a calça na cintura), nerds “metaleiros” (aqueles que usam cabelos compridos e roupas pretas), nerds wannabe cool (aqueles que fingem ser indie e, algumas vezes, até são mesmo), nerds executivos (aqueles que combinam o cinto caramelo com o sapato caramelo), nerds emos (aqueles que se entregaram de corpo e alma ao movimento “free hugs”) e algumas outras subcategorias que merecem menos atenção. Achei TUDO!

Ano que vem tem mais e isso já é certo. Se estarei lá? Com certeza!

Quem mais deu uma passadinha na meca geek no último final de semana?