Uau!

Postado por: | 17:50 22 de fevereiro de 2007

O blog Game Life, da revista norte-americana Wired, publicou recentemente um post deveras interessante. Segundo um estudo britânico, mulheres que jogam videogame fazem mais sexo do que as que não jogam.

O que vocês, game girls, dizem a respeito? Será que o mesmo acontece com os homens?

Mais aqui, oh!

Blogar é preciso

Postado por: | 18:32 13 de fevereiro de 2007

Mais uma empreitada da escriba que vos fala ;p

Blig Second Life

É Renata Ock, meu alterego, “curtindo a balada” também no mundo virtual!

Crédito//Imagem: Flickr milady Guillaume

Qual é a música?

Postado por: | 02:46 7 de fevereiro de 2007

Há algum tempo queria abordar a fusão games e música por aqui. Primeiro porque amo música e sou traumatizada por nunca na vida ter tido uma banda (agora vocês entendem meu apreço especial pelo Guitar Hero, né?) e segundo por fazer dos games meu ganha-pão.

Quando comecei a me aventurar por essa vertente meio maluca que é o jornalismo de games, escutei de um amigo algo que só agora, quase três anos depois, passa a fazer um certo sentido. Escrever sobre jogos é “cool”, “cult”, “descolado” e está “na moda”. Okay, sempre odiei os tais modismos e, confesso, já pertenci ao lado extremista da força (com direito a voto para o PSTU e o escambau). Mas agora, aos “vinte e poucos”, e tendo muitos, muitos, mas muitos jogos para comprar comecei a curtir essa tal idéia.

E a curtição nada tem a ver com as recentes abordagens feitas por gente bacana, que reconhece nos games mais um braço da arte moderna. E nem pelo fato de hoje conseguir entrevistar o Ministro da Cultura ou seus Secretários para falar – quem diria – sobre GAMES. A mudança é ainda mais complexa. Os jogos fazem parte da vida social de um grande percentual da população e entraram definitivamente no hall da fama.

Ah, minha gente, e isso é ótimo!

Tá, mas onde entra a música nessa filosofia toda? Bem, a música atualmente entra em tudo. Nunca tantas bandas cederam (ou venderam) direitos autorais para produtoras de games incluírem em suas trilhas músicas inéditas – ou não; nunca se produziu e divulgou tantas trilhas sonoras exclusivas de jogos; nunca um espetáculo como o Video Games Live deu tanto o que falar; nunca tantos novos artistas buscaram nos games inspiração musical para suas obras. É uma coisa surpreendentemente maluca.

Como reflexo dessa fusão genuinamente perfeita, a revista The Escapist dedicou toda a edição de número 80 ao assunto. Mais do que questionar o papel da música nos games de uma maneira simplista, a publicação citou “os caras” que estão por trás, nos bastidores, e revelou quem são os compositores responsáveis por parte de alguns trabalhos memoráveis.

Não vou negar que enlouqueço (no bom sentido) quando um jogo traz uma seleta lista de bandas bacanas (caso do Guitar Hero, por exemplo), entretanto tenho que confessar que algumas canções exclusivas marcam a memória e fazem brotar a saudade sempre que escutadas em outras ocasiões. Não vale tomar como referência Super Mario ou Sonic, afinal eles já entraram para a história. É preciso ressaltar a genialidade de quem cuidou das trilhas de We Love Katamari (Katamari Damacy), LocoRoco, God of War, Final Fantasy, Shadow of the Colossus, Wario Ware e, claro, Kingdom Hearts, cuja “canção-tema” – termo que acabei de inventar – é a mais linda de todos os tempos.

Hasta la vista, baby

Postado por: | 22:13 29 de janeiro de 2007

Aconteceu hoje, em São Paulo, a coletiva de imprensa de lançamento do “tal” Windows Vista, cria nova do Mr. Bill Gates. O evento, realizado no hotel Unique, reuniu toda a guilda dos jornalistas de tecnologia, além de boa parte dos “colegas” que dividem com esta escriba os consoles do momento.

Meu objetivo mesmo nada tinha a ver com sistema de segurança “super power full” ou com as novas possibilidades do Office do futuro. Minha intenção era saber como seria a integração Vista/360, tão citada ao longo dos último meses.

Cheguei correndo, meio atrasada, mas fiquei menos encabulada quando vi Paulo Lima, editor das revistas TRIP/TPM, chegando no mesmo horário que eu. É sempre bom atrapalhar uma coletiva acompanhada de outra pessoa.

Num primeiro momento o Xbox 360 servirá apenas como um intermediário entre PC e TV (humm, sinto que odiarão a simplicidade como me referi a essa funcionalidade). Mudança mesmo, representativa e, por que não dizer, revolucionária, deve acontecer com o lançamento de Shadowrun, game para o console que permitirá ao jogador desafiar outros usuários conectados por meio do Vista.

Shadowrun é um dos primeiros jogos que oferecerão benefícios da rede Xbox Live para usuários do novo Windows e, pasmem, a trama acontece no Brasil. Em Santos, para ser mais exata. Ainda não existe uma previsão de lançamento, me contou Milton Beck, diretor da divisão de jogos e entretenimento da Microsoft no Brasil, entre um bate-papo e uma sobremesa de chocolate. Entretanto no GameSpot a data divulgada até o momento é segundo quadrimestre deste ano, ou seja, lá pelo inicio de agosto.

Durante a CES, Consumer Electronic Show, que aconteceu há poucos dias em Las Vegas, Estados Unidos, Bill Gates – em carne e osso – mostrou toda a capacidade de “conectividade” entre 360 e Vista. A propósito, será que o Chairman (novo termo para…presidente) da Microsoft joga um Gears of War?

Bem, a lista de “Games for Windows” segue logo abaixo:

• “Age of Conan: Hyborian Adventures” (Eidos Interactive/Funcom)
• “Age of Empires III: The Warchiefs” (Microsoft Game Studios/Ensemble Studios)
• “Alan Wake” (Microsoft Game Studios/Remedy)
• “Bioshock” (2K Games/Irrational Games)
• “Company of Heroes” (THQ Inc./Relic Entertainment)
• “Crysis” (EA Partners/Crytek)
• “Enemy Territory: Quake Wars” (Activision/Splash Damage)
• “Flight Simulator X” (Microsoft Game Studios/ACES Studio)
• “Frontlines: Fuels of War” (THQ/Kaos Studios)
• “Halo 2″ (Microsoft Game Studios/Bungie Studios)
• “Hellgate: London” (EA Partners/NAMCO BANDAI Games/Flagship Studios)
• “LEGO Star Wars II: The Original Trilogy” (LucasArts/TT Games)
• “Lord of the Rings Online: Shadows of Angmar” (Midway/Turbine Inc.)
• “Marvel Universe Online” (Microsoft Game Studios/Cryptic Studios)
• “Rail Simulator” (EA Partners/Kuju Entertainment)
• “Shadowrun” (Microsoft Game Studios/FASA Studio)
• “Supreme Commander” (THQ/Gas Powered Games)
• “Tabula Rasa” (NCSoft Corp./ Destination Games)
• “World in Conflict” (Sierra Entertainment/Massive Entertainment)
• “Zoo Tycoon 2: Extinct Animals” (Microsoft Game Studios/Blue Fang Games)
• “Zoo Tycoon 2: Marine Mania” (Microsoft Game Studios/Blue Fang Games)
• “Zoo Tycoon 2: Zookeeper Collection” (Microsoft Game Studios/Blue Fang Games)

PS. Hoje, no Gamer.br, tem entrevista mega exclusiva com Milton Beck.Vai lá!

Continue…

Postado por: | 04:01 23 de janeiro de 2007

Ops, esse é demais também!!

Valeu, Bagaço, pelo link ;P

Onde terminam os games e começa a arte – ou vice-versa

Postado por: | 03:44

Estava há pouco lendo uma matéria bem bacana sobre games e arte do jornalista Cleiton Campos, publicada da edição de dezembro da revista Simples, quando tive um insight: “Por que não utilizar esse espaço para falar sobre machinima?”.

Na semana passada, durante um papo descontraído na redação, o assunto virou pauta e o que não faltaram foram sugestões e links de filmes, se é que podemos chamá-los assim, todos adeptos de tal técnica.

A “regra” é simples. Os caras utilizam a engine de um game para produzir um curta ou até mesmo um documentário, como aconteceu com o jogo The Movies, da Activision. O título serviu como ferramenta para um francês discutir, por meio da estrutura do jogo, o problema do racismo, comum em seu país e fruto de uma série de conflitos.

A narrativa mistura linguagem cinematográfica, fato que, associado a estética do game, compõe um conjunto bastante rico.

O termo machinima vem, em tese, da junção “machine cinema” e representa hoje uma das mais contemporâneas evoluções no campo audiovisual. E mais do que isso: o resultado tem chamado a atenção de críticos de arte, cujo interesse pelo formato tem se tornado visível.

Um dos campeões em versões “machinima” na web, sem sombra de dúvidas, é o MMO World of Warcraft, que já acumula uma base de mais de 8 milhões de assinantes. De olho nas tendências, a Blizzard, produtora do jogo, organizou há alguns meses um concurso cujo objetivo foi premiar o melhor machinima.

Já existe hoje a Academy of Machinima Arts & Sciences, instituição que premia uma vez por ano as melhores produções. A organização, fundada em 2002 em Nova Iorque, Estados Unidos, é quem responde pelo festival que, segundo eles, atua como um agente colaborativo no desenvolvimento de novas técnicas de filmagem.

WoW – I’m too sexy

Concordo que talvez essa produção não seja a mais profissional, entretanto afirmo que, sim, é uma das mais engraçadas!

Katamari Damacy de verdade

Postado por: | 17:27 16 de janeiro de 2007

A tchurma do Mega 64 é incrível! Com muito bom humor eles escolhem um determinado game e o recriam – isso mesmo, O RECRIAM – na vida real.

Todos são ótimos, mas esse do Katamari Damacy é o melhor! Divirtam-se ;-)

Miiiiiiiiiiiiiiiii

Postado por: | 18:35 12 de janeiro de 2007

Um blog gringo, o kottke.org, realizou recentemente um concurso no qual os leitores tiveram de enviar à organização um Mii, aquele avatar que a gente cria no Wii, de celebridades. O vencedor foi Dave Curry; ele mandou para o blog um Mii do ator Zach Braff.

Mais aqui, oh.

Zach Braff, protagonista do seriado Scrubs e diretor do filme Garden
State

Wii Sex

Postado por: | 16:11

Essa tirinha, que satiriza o vídeo Wii Sex, sensação dos últimos dias, foi publicado originalmente no blog bacanérrimo Players. Lá a imagem dá leitura. Confira!

Obrigadinha pelo link, James;P

You Rock!

Postado por: | 18:13 11 de janeiro de 2007

E viva a volta do You Tube!