Geração 8-bit invade NY

Postado por: | 11:17 16 de abril de 2010

Este vídeo foi publicado na Folha Online há alguns dias. Trata-se de um curta-metragem, dirigido por Patrick Jean, onde ícones dos games, como Pacman e Tetris, invadem a cidade de Nova York, nos Estados Unidos.

Pixels foi produzido pelo estúdio One More Production e mostra uma metrópole sendo, literalmente, “pixelizada”. A trilha sonora é baseada em sintetizadores e faz clara referência à geração 8-bit.

Patrick Jean é francês e não esconde suas origens ao se apropriar do conceito “pixels”. A exemplo do que ocorre na revista AMUSEMENT – também francesa-, ele leva para o universo pop tudo o que aprendeu com os games na década de 80.

O curta é fresquinho e foi produzido neste ano. Ele já foi visto mais de 2 milhões de vezes no Dailymotion, onde foi publicado pelo próprio diretor.

Outros clássicos como Space Invaders, Donkey Kong, Pong e Frogger aparecem no trabalho de Jean.

Pacman – The Movie

Postado por: | 11:55 12 de abril de 2010

Este vídeo eu assisti há alguns dias no blog do Merigo, o Brainstorm #9. Não sei se realmente se trata de um projeto sério – se é que dá para desenvolver um projeto REALMENTE sério envolvendo o Pacman -, já que ele foi postado naquele tal dia, o 1º de abril. Bom, se é verdade ou não, o que vale aqui é a diversão. E isso o tal trailer proporciona. Enjoy it.

Sinopse – O farmacêutico Michael Pacman é obrigado a tomar seus próprios medicamentos no intuito de sobreviver em um sinistro labirinto. Que viagem!

PACMAN: THE MOVIE TRAILER from Therefore Productions on Vimeo.

Só para constar: a produtora do tal vídeo, a Therefore Productions, é na verdade um blog de humor cheio de sketch comedy.

Games no iPad

Postado por: | 00:51 3 de abril de 2010

O iPad, tablet da Apple, será lançado oficialmente neste sábado e um de seus fortes, dizem especialistas, será os games.

O Need for Speed SHIFT já havia sido anunciado durante a press conferece da empresa, em janeiro, e agora, horas antes da chegada do tablet às lojas, a Electronic Arts comunicou, por meio de um release enviado à imprensa, os títulos que estarão disponíveis na Apple Store a partir das 9h00.

Os aplicativos foram desenvolvidos pela divisão EA Mobile e custarão, todos, mais de US$ 10.

Confira logo abaixo os cinco jogos da EA para iPad:

SCRABBLE – US$ 9.99

O game de palavras-cruzadas possui uma interface simples e é voltado aos jogadores casuais. Ele possui modo multiplayer e permite que os usuários disputem partidas com amigos do Facebook ou por meio de uma conexão Wi-Fi.

Need for Speed SHIFT – US$ 14.99

Uma das franquias mais populares da EA também foi adaptada para o iPad. O jogo trará funções exclusivas, modo multiplayer, variedade de modos de corrida e 18 faixas inéditas em sua trilha sonora. Ao todo serão 28 carros, além dos novos modos de direção, que incluem aceleradores, freios, mudança manual de marcha e um espelho retrovisor.

Mirror’s Edge – US$ 12.99

O simulador de parkour da EA foi lançado originalmente para Xbox 360, PS3, PC e, mais tarde, para iPhone. O game também foi adaptado para o iPad e, segundo a EA, terá gráficos “ricos”, uma experiência viciante e 14 fases. Ele ainda terá dois modos multiplayer (tela dividida).

Command & Conquer Red Alert – US$ 12.99

Mais uma franquia popular a ganhar versão iPad, o Command & Conquer Red Alert foi otimizado para a tela touch screen do tablet e terá gráficos de alta definição. Ele terá a função zoom e visual fotorealistico. Os jogadores poderão, ainda, desafiar outros usuário por meio de uma conexão Wi-Fi ou Bluetooth e as partidas poderão ser realizadas entre um iPad e um iPhone ou iPod Touch.

Tetris – US$ 7.99

O puzzle mais popular de todos os tempos também vai estrear no iPad. O game, que comemora 25 anos e mais de 100 milhões de downloads pagos em sua versão para celular, terá novos gráficos e um modo “sem fim”.

Nintendo 3DS

Postado por: | 23:28 30 de março de 2010

O 3D está na moda. Depois de Avatar e Alice no País das Maravilhas, chegou a vez dos games virarem notícia. Que tal conhecer, em primeiríssima mão, o Nintendo 3DS? Eu vi no TechCrunch e, claro, quero compartilhar com vocês! (risos)

A árvore genealógica dos estúdios de games

Postado por: | 11:35 26 de março de 2010

O mercado se movimenta e cada vez é mais difícil lembrar qual empresa pertence a qual grupo e quem foi comprado por Fulano, Sicrano ou Beltrano. Foi para refrescar a nossa mente que Eric Wall, do Games Are Evil, desenvolveu uma espécie de árvore genealógica dos estúdios de games, que explica a origem de grandes marcas e o destino de outras empresas importantes do segmento.

O Flow Chart no tamanho real você confere aqui, oh.

A explosão dos games sociais

Postado por: | 00:03

Sarah Lacy

Certamente você já jogou ou ao menos ouviu falar no FarmVille, o tal jogo da “fazendinha” que enche de updates o nosso Facebook. Ele é aparentemente despretensioso, entretanto essa sua simplicidade já atraiu a atenção de, pelo menos, 80 milhões de usuários. Nada mal se pensarmos que a rede, a mais popular do momento, possui uma base de 400 milhões.

Mas que diabos têm esse jogo que faz com que milhares de pessoas em todo o mundo cultivem morangos e cerejeiras virtuais e as compartilhem com outras milhares de pessoas, muitas vez nem um pouco interessadas em frutas e agricultura? Certamente esse segredo a Zynga, desenvolvedora do FarmVille, guarda a sete chaves.

Quando joguei pela primeira vez a “fazendinha”, como o game é chamado por aí, todas as minhas amigas (repito: TODAS), mesmo aquelas que nunca mostraram o mínimo interesse em qualquer tipo de jogo, já tinham plantações completas e já compartilhavam entre si pimentas – o que descobri, mais tarde, se tratar do melhor custo-benefício – e alcachofras. Entrei no FarmVille porque meu chefe, um outro viciado no jogo – ele e outros executivos da empresa chegaram a montar uma tabela com os vegetais que mais davam lucro em um menor período de tempo – pediu uma matéria sobre o game. Como era impossível escrever sem antes “brincar”, fui, literalmente, obrigada a fazer parte da comunidade.

Não me empolguei e também não achei tão divertido, entretanto uma coisa era incontestável: o jogo estava chegando onde outros games não conseguiram chegar. Não precisou muito para que uma série de artigos sobre o FarmVille surgissem por aí. Era gente defendendo. Era gente metendo o pau. Eu procurava ficar encima do muro. O assunto “jogos sociais” invadiu a academia e já era possível encontrar intelectuais de renomadas universidades questionando o papel do título da Zynga na sociedade. Coisa de louco.

Os “Ville” tomaram conta do Facebook. Como que em um passe de mágica, apareceram o FishVille, o PetVille, o YoVille e por aí vai.

Segundo uma reportagem da BBC, 3/4 dos 400 milhões de usuários da rede, cria do precoce Mark Zuckerberg, jogam games sociais. De olho nessa base, muitos desenvolvedores se empolgaram para criar um jogo capaz de tornar ainda mais popular o termo “game social”.

Durante a GDC deste ano, por exemplo, muitos profissionais incitaram jovens designers a criarem um título icônico, a exemplo do que já aconteceu com outras plataformas. A ideia, reforçaram os especialistas, é desenvolver para o Facebook franquias de peso como Mario, Sonic ou Halo.

O desafio é grande, mas a indústria parece empolgada, pelo menos enquanto a moda não passar.

Há algumas semanas, encontrei a jornalista Sarah Lacy aqui no Brasil. Uma das colaboradoras do TechCruch, a americana, que cobre empresas start-up no Vale do Silício há 10 anos, falou sobre suas expectativas para o futuro dos games sociais e afirmou não acreditar em uma vida muito longa para o gênero. Fiquei perplexa com a declaração de Lacy, que na minha cabeça era uma entusiasta do segmento, bem como outros jornalistas acostumados a escrever sobre redes sociais e coisas do tipo.

Pensei sobre o que ela falou e questionei se os jogos sociais serão ou não apenas uma tendência passageira. É óbvio que não cheguei a uma conclusão muito clara, entretanto não se pode ignorar o fato de que milhões de pessoas neste mundo estão realmente se divertindo em suas fazendas virtuais, transformando o despretensioso FarmVille na porta de entrada para, quem sabe, o Mario ou o Halo do Facebook, como citou o tal especialista durante a GDC. Quem sabe!

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E mais um top 10 está no ar. Desta a vez “escolhemos” os jogos mais viciantes de todos os tempos. Só digo uma coisa: WoW está em 3º!

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E agora uma música inspirada no FarmVille para vocês se divertirem! Haha (rs)

O rock’n'roll de ‘Power Gig: Rise of the Sixstring’

Postado por: | 12:40 18 de março de 2010

Um trailer de Power Gig: Rise of the Sixstring foi divulgado e, como achei o vídeo bem divertido, optei por publicá-lo aqui, como um mimo de quinta-feira.

Será que esse jogo vai deixar o Guitar Hero no chinelo?

O lado gamer do South by Southwest (SXSW)

Postado por: | 11:48 17 de março de 2010

Um dos festivais mais bacanas do momento, o SXSW, que acontece até o dia 21, em Austin, no Texas (EUA), é conhecido por reunir um público muito legal, geralmente interessado em novas tecnologias, música e cinema.

Ele é separado em três grandes módulos – interação, filmes e música – e cada segmento é abordado com uma série de atividades, que vão de simpósios e conferências, a apresentações e campeonatos.

O módulo de interatividade inclui games e para explorar o assunto e repensar conceitos, a organização do SXSW promove uma espécie de torneio chamado ScreenBurn at SXSW Game Design Competition, onde designers têm a oportunidade de mostrar seus talentos, antes de se tornarem “famosos” (risos).

Este foi o segundo ano da competição e os vencedores das categorias Casual e AAA foram Lance Myers e Patrick Cunningham, por Escape From Planet Zero e Shadow Wars, respectivamente.  Mais informações aqui, oh.

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Enquanto dava uma olhada nos filmes inscritos para o SXSW Film Awards 2010 me deparei com o Life 2.0, um documentário sobre pessoas que, literalmente, vivem no Second Life e encontram no mundo virtual o que não podem achar na vida real. Fiquei curiosa. O trailer vocês assistem logo abaixo:

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E se vocês gostam de bandas, cuja influência permeia o universo dos games, que tal escutar The Darchives, com Monogamy Is a Type Of Wood, parte da coletânea Blalock’s Indie Rock Playlist March 2010?

E por hoje é só pessoal! Fui :)

Crédito//Foto: Flickr Pooneh Ghana

Até o chão

Postado por: | 11:50 15 de março de 2010

A Activision resolveu MESMO investir na divulgação de seu jogo, o True Crime, durante a Game Developers Conference, que terminou nesse sábado, em São Francisco.

Para colocar à prova a testosterona de todos os homens presentes durante a coletiva de imprensa do game, a produtora optou por apostar na ambientação e montou no W Hotel um “night club” nos mesmos moldes dos que são exibidos no jogo.

Parecido com os clubes encontrados em Hong Kong, a boate de mentirinha possuía dois pole dances, onde duas strippers faziam suas apresentações.

A equipe de Relações Públicas não se esqueceu de nada e até serviu bebidinhas de graça aos jornalistas presentes. Ben Kuchera, do Ars Technica, no entanto, não gostou da brincadeira e achou a estratégia da Activision um tanto quanto apelativa. Para ele, um homem “casado e puritano”, a empresa deveria ter se focado no produto, cujo objetivo do evento era divulgar.

Kuchera, ainda assim, continuou no local. A gota d’água foi quando uma garota, com pouca roupa, lhe abordou dizendo que o lugar escolhido por ele era o melhor, já que dali poderia ver bem os dois pole dances. A pergunta capciosa “qual deles você prefere?” tirou o editor do sério que, sem pensar duas vezes, deixou o hotel, mesmo achando o True Crime um jogo…bom.

Você acha que uma coletiva como essa é “aceitável” em eventos como a GDC? Em minha opinião, essa press teria feito muito mais sucesso durante a E3, um encontro onde, sim, o showbiz faz toda a diferença.

Crédito//Foto: Raymond Padilla

Disfarces digitais

Postado por: | 12:37 11 de março de 2010

Ontem, enquanto descobria o que acontecia no mundo, encontrei uma reportagem no Independent muito legal sobre um fotógrafo chamado Robbie Cooper. Ele tem desenvolvido um trabalho bastante interessante envolvendo alter egos encontrados em MMOs.

Cooper procura nos universos digitais diferentes personagens e, em seguida, fotografa as pessoas que estão por trás desses avatares. Sua ideia é fazer um comparativo entre a vida digital e a vida real.

Uma de suas fontes é um pai de família, executivo de uma empresa, que após se divorciar da mulher perdeu a maior parte do contato com seus filhos. Para resolver o problema, ele decidiu jogar “Everquest”. Todas as noites, disfarçado de algum personagem, ele colocava o papo em dia com as crianças e falava com eles sobre os deveres de casa, sobre a mãe etc.

“Eu fiquei fascinado com a ideia de que uma conversa banal, mas cheia de emoção, estava acontecendo em um mundo de fantasia virtual”, comentou Cooper sobre o seu “achado”.

E foi assim, encantado com a ideia de confrontar dois mundos, que o fotógrafo deu início ao seu projeto, em 2003. Ele buscou colaboradores em fóruns e registrou personagens em universos virtuais de diversos jogos, fazendo uma espécie de transposição. O resultado pode ser conferido em uma mostra realizada no National Media Museum, em Bradford, na Grã-Bretanha. Caso você esteja meio longe da Inglaterra, a dica é comprar o livro, que reúne um pouco de tudo o que Cooper encontrou na Coréia, China, França e Alemanha durante a execução do seu trabalho.

Caso não se lembre, foi esse nova-iorquino quem fez aquele vídeo, o Immersion, onde vários jovens aparecem fazendo caretas enquanto jogam algum game.

Crédito/Imagem: Robbie Cooper